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Biden diz que seguirá lutando para restaurar direito ao aborto


Democrata deu declarações nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lembrou os 50 anos da legalização do aborto no país. Ele prometeu continuar lutando para defender esse direito, que foi revogado em junho de 2022 pela Suprema Corte.

– Meu governo se mantém firme em seu compromisso de defender os direitos reprodutivos e continuar o progresso de nossa nação em direção à igualdade para todos – disse o presidente americano.

As declarações do democrata foram dadas em uma proclamação para comemorar, em 22 de janeiro, o 50º aniversário da decisão Roe vs. Wade, da Suprema Corte, pela qual o aborto foi declarado legal nos EUA. Biden afirmou que nesse mesmo dia, em 1973, a mais alta instância judicial dos Estados Unidos protegeu com sua decisão, que recebeu sete votos a favor e dois contra, “o direito constitucional de escolha das mulheres”.

– Este caso reafirmou os princípios básicos de igualdade, reforçou o direito fundamental à privacidade e sustentou que as mulheres neste país podem controlar seu próprio destino, tomando decisões profundamente pessoais, livres de interferência política – acrescentou.

No entanto, em junho do ano passado, a Suprema Corte, que atualmente tem uma maioria conservadora, revogou essa decisão, eliminando a proteção desse direito em nível federal e deixando as políticas de aborto nas mãos de cada estado.

Biden enfatizou que com esta decisão o Supremo “abriu a porta” para que outras liberdades fundamentais, como o acesso a contraceptivos ou “o direito de casar com quem se ama”, sejam resolvidas nos tribunais no futuro.

Além disso, destacou que a única forma de garantir “verdadeiramente” o direito de escolha é o Congresso inscrevê-lo na Constituição.

Até então, o presidente vem assegurando que continuará a usar sua “autoridade executiva para proteger mulheres e famílias do dano causado” após a revogação da decisão Roe v. Wade.

*EFE

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