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DITADURA SEGUE A PASSOS LARGOS: Alexandre de Moraes cancela passaporte e bloqueia contas bancárias do Jornalista Paulo Figueiredo


De acordo com o deputado federal eleito Gustavo Gayer (PL), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes mandou bloquear as contas bancárias e cancelar o passaporte do jornalista Paulo Figueiredo, da Jovem Pan. O parlamentar eleito fez um vídeo na tarde desta quarta-feira (4) denunciando a arbitrariedade contra Figueiredo e posteriormente confirmou as informações à Gazeta Brasil.

No vídeo, Gayer afirma que a situação atual do país está “tenebrosa” e completa: “A maioria das pessoas não querem nem falar mais. Estão com medo! [..] Será que essa situação vai continuar escalando até que um dia nós estejamos em um paredão?”.

Paulo Figueiredo, que é neto do ex-presidente brasileiro João Baptista de Oliveira Figueiredo, último Chefe de Estado do governo militar, teve todas as suas redes sociais bloqueadas no dia 30 de dezembro – mesmo dia em que seus colegas de emissora Rodrigo Constantino e Fernando Conrado também foram censurados.

Brasileiros aprendem com os chineses e usam VPN para driblar censura

Para driblar a censura, muitos brasileiros têm optado por instalar VPN em seus dispositivos para ter acesso aos perfis bloqueados por Moraes nas redes sociais.

A rede privada virtual (ou VPN) cria uma conexão de rede privada entre dispositivos através da Internet e estabelece uma espécie de túnel criptografado para um servidor seguro no exterior. Isso permite que o usuário contorne bloqueios regionais ou a censura em sua localização atual. A alternativa é usada pela população de países declaradamente comunistas como a China.


Com a VPN é possível acessar:

– Serviços de redes sociais bloqueados (Twitter, Facebook, Instagram)

– Sites de notícias bloqueados

– Vídeos do YouTube indisponíveis

– Serviços de comunicação indisponíveis (Skype, WhatsApp)

– Serviços bloqueados do Google

– Outros sites bloqueados

Em 2017, um homem foi condenado a 5 anos e meio de prisão na China por vender um software de VPN que possibilitava o acesso a sites proibidos pelo Partido Comunista Chinês.

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