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Twitter tinha “lista negra” para diminuir o alcance de perfis conservadores


Caso foi revelado por documentos internos apelidados de "Twitter Files"

Conhecidos como Twitter Files, os documentos internos da rede social fornecidos a jornalistas por Elon Musk revelaram mais um fato controverso sobre a gestão anterior da plataforma. Desta vez, as investigações indicam que funcionários do Twitter mantinham uma “lista negra” de contas para restringir o alcance delas.

O caso foi revelado pela jornalista Bari Weiss, do site The Free Press, em uma série de trinta tuítes publicados nesta quinta-feira (8).

– Uma nova investigação Twitter Files revela que equipes de funcionários do Twitter constroem listas negras, evitam que tweets desfavorecidos se tornem tendências e limitam ativamente a visibilidade de contas inteiras ou até mesmo tópicos de tendências. Tudo em segredo, sem informar os usuários – escreveu Weiss.

Nas postagens, Weiss exibiu prints de perfis que eram secretamente com tarjas em que se lê “rigtrends blacklist” (lista negra dos trends) ou “search blacklist” (lista negra das buscas). Um exemplo de conta marcada com o segundo selo é o de Dan Bongino, apresentador de um talk show de direita.

– O grupo que decidiu limitar o alcance de determinados usuários foi o Strategic Response Team – Global Escalation Team, ou SRT-GET. Costumava lidar com até 200 “casos” por dia – escreveu a jornalista.


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