/> Esquerdista Tite é assaltado em caminhada na praia da Barra da Tijuca, no RJ, e leva bronca de bandido - Folha da Política

Breaking news

Esquerdista Tite é assaltado em caminhada na praia da Barra da Tijuca, no RJ, e leva bronca de bandido


Criminoso queixou-se de eliminação do Brasil da Copa

O técnico da Seleção Brasileira, Tite, foi assaltado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, neste sábado, 24. Depois de arrancar um cordão, o criminoso deu uma bronca em Tite pela eliminação da Seleção da Copa do Mundo. O Brasil despediu-se do hexa, após perder para a Croácia, nas quartas de final da competição, nos pênaltis, com empate no tempo regulamentar a prorrogação.

Conforme o jornal O Globo, antes de ser assaltado, Tite resolveu caminhar, por volta das 6 horas, por uma rua sem movimento. A ideia era evitar assédios de pessoas, em virtude do resultado da Copa. O crime, então, ocorreu.

Em artigo publicado na Edição 143 da Revista Oeste, Ana Paula Henkel afirma que Tite desceu o degrau mais baixo que um profissional pode descer.

 LEIA TAMBÉM: 


















































Leia um trecho

“Logo após as covardes reações de esquerdistas que celebraram a contusão de um atleta que estava defendendo o Brasil e a certeira carta de Ronaldo, muitos me abordaram para que eu opinasse sobre toda a situação, já que estive por ali, com a nossa bandeira no peito e na alma por mais de duas décadas. Minha resposta, de coração, foi a de que eu jamais — jamais! — torceria contra o Brasil por Tite, técnico da Seleção, ser esquerdista, admirador de Fidel Castro e apoiador de Lula. Uma bandeira em um uniforme significa a defesa de sua soberania. 

Seja em guerras militares, seja em guerras esportivas. Contra meu inimigo externo, meu adversário interno é meu aliado — simples assim. A primeira medalha olímpica do vôlei feminino, em 1996, na Olimpíada de Atlanta, veio assim. 

Não éramos amigas, não éramos confidentes, havia alguns grupos bem diferentes dentro daquela seleção, MAS, quando estávamos em quadra, não havia uma única diferença, pequena ou grande, que pudesse ser capaz de bloquear nosso único objetivo: a histórica medalha olímpica. A clássica semifinal, com Cuba, perdida no tie-break, trouxe lágrimas, muitas lágrimas. O sonho do ouro havia terminado, mas aquela derrota nos mostrou não apenas uma união especial para dar a volta por cima e conquistar o bronze, mas o elo que criamos para uma vida.”


Um comentário: