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Coronel Tadeu se indigna com censura de Alexandre de Moraes aos jornalistas Paulo Figueiredo e Constantino: ‘estamos vivendo num regime socialista’. VÍDEO


 Em transmissão ao vivo por suas redes sociais, o deputado federal Coronel Tadeu comentou a censura imposta aos comentaristas Rodrigo Constantino e Paulo Figueiredo, que tiveram suas redes sociais bloqueadas. O deputado perguntou: “vocês viram quem são os dois novos premiados com o cerceamento da liberdade, o cerceamento de fala, o cerceamento de sua opinião? Paulo Figueiredo e Rodrigo Constantino tiveram suas redes sociais cerceadas”.

O deputado lembrou que vem, há tempos, alertando que os conservadores serão “impiedosamente calados pelo sistema”, como já vem ocorrendo há alguns anos. Ele apontou: “não vamos mais falar em Alexandre de Moraes; é o sistema. O mecanismo com quem a gente está lutando não é brincadeira, não é fácil”. Coronel Tadeu alertou: “para quem tem um STF como esse e o PT comandando o governo agora, emoções não faltarão até 2026”.

Coronel Tadeu apontou: “o que eu preciso alertar todos vocês é que isso não vai ser fácil. Essa história ainda vai ser muito dolorosa para muita gente. Só que a gente precisa estar engajado nessa luta”. O deputado explicou que, mesmo que não haja uma indicação explícita, na prática, já estamos vivendo em um regime socialista, e afirmou: “você não pode falar determinadas coisas, não tem a liberdade que pensa que tem”. Ele lembrou que não existe crime de opinião no Brasil, mas que isso não está impedindo a censura de conservadores.

O deputado explicou as perspectivas para um governo Lula, com inflação, aumento do desemprego e corrupção, e comentou: “Lula sobe a rampa. Vamos ver, vergonhosamente, generais prestando continência para bandido. Paciência. No Brasil, bandido tem muito mais direitos que pessoas de bem”. Coronel Tadeu explicou que isso só vai mudar quando o povo conseguir trocar os legisladores e tiver uma maioria de pessoas de bem no Congresso. E que isso só será possível com a conscientização da população. Ele afirmou: “por enquanto, a gente tem que lutar com as palavras. A gente vai ter problemas com a censura, mas temos que lidar com isso”.

Respondendo a um internauta, o deputado explicou: “o principal problema é o senado federal. Lamentavelmente, temos, sim, um bando de políticos covardes e corruptos, e uma pequena minoria, que a gente tem que dar valor. Espero que vocês possam reconhecer quem são esses políticos que estão do lado de cá, do nosso lado”.

Apesar de alguns senadores, como o senador Eduardo Girão e o senador Lasier Martins, agirem no limite de seus poderes para frear os atos autoritários de ministros das cortes superiores, a Casa legislativa, como um todo, permanece cega, surda e muda, indiferente aos ataques à democracia, graças ao seu presidente, Rodrigo Pacheco, que engaveta todos os pedidos de impeachment que chegam às suas mãos.

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Os senadores há muito tempo têm conhecimento dos inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, utilizando delegados da polícia federal escolhidos a dedo para promover uma imensa operação de “fishing expedition” contra seus adversários políticos. O desrespeito ao devido processo legal e a violação ao sistema acusatório são marcas dos inquéritos políticos conduzidos pelo ministro e já foram denunciados pela ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge, que promoveu o arquivamento do inquérito das Fake News, também conhecido como “Inquérito do Fim do Mundo”, e também por inúmeros juristas, inclusive em livros como “Inquérito do fim do Mundo”, “Sereis como Deuses”, e no mais recente “Suprema desordem: Juristocracia e Estado de Exceção no Brasil”. O ministro Alexandre de Moraes também já foi chamado de “xerife” pelo então colega Marco Aurélio Mello pelos excessos cometidos em seus inquéritos. Apesar das constantes denúncias, o Senado brasileiro segue inerte.

Os senadores sabem sobre os jornais que foram “estourados” e tiveram todos os seus equipamentos apreendidos, e sabem sobre os jornalistas perseguidos, presos e exilados. Os senadores não apenas foram informados sobre a invasão de residências de cidadãos e apreensão de bens, mas também viram, sem qualquer reação, a quebra de sigilos de um de seus próprios membros, o senador Arolde de Oliveira. Os senadores sabem que muitos meios de comunicação vêm sendo censurados. Os senadores souberam sobre a prisão do deputado Daniel Silveira. Foram informados sobre o grave estado de saúde do jornalista Wellington Macedo quando estava em greve de fome após ser preso por mostrar uma manifestação. Também foram informados sobre o jornalista Oswaldo Eustáquio, que perdeu o movimento das pernas em um estranho acidente enquanto esteve preso por crime de opinião. Os senadores sabem que o jornalista Allan dos Santos se encontra exilado. Os senadores sabem que ativistas passaram um ano em prisão domiciliar, sem sequer denúncia, obrigados a permanecer em Brasília, mesmo morando em outros estados. Sabem sobre a prisão de Roberto Jefferson, presidente de um partido, e sua destituição do cargo a mando de Moraes. Os senadores sabem da censura a parlamentares. Os senadores sabem que jornais, sites e canais conservadores têm sua renda confiscada há mais de um ano. Os senadores conhecem muitos outros fatos. Mesmo assim, todos os pedidos de impeachment, projetos de lei, e requerimentos de CPI seguem enchendo as gavetas do sr. Rodrigo Pacheco.

Há quase quatro anos, o ministro Alexandre de Moraes conduz, em segredo de justiça, inquéritos políticos direcionados a seus adversários políticos. Em uma espécie de “parceria” com a velha imprensa, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” são admitidos como provas, sem questionamento, substituindo a ação do Ministério Público e substituindo os próprios fatos, e servem como base para medidas abusivas, que incluem prisões políticas, buscas e apreensões, bloqueio de contas, censura de veículos de imprensa, censura de cidadãos e parlamentares, bloqueio de redes sociais, entre muitas outras medidas cautelares inventadas pelo ministro, sem qualquer chance de defesa ou acesso ao devido processo legal.

O mesmo procedimento de aceitar depoimentos de testemunhas suspeitas e interessadas, e tomar suas palavras como verdadeiras, se repete em diversos inquéritos nas Cortes superiores. A Folha Política já teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos a mando do ministro Alexandre de Moraes. Atualmente, toda a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há 18 meses, todos os rendimentos de jornais, sites e canais conservadores são retidos sem qualquer base legal.

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FONTE: FOLHAPOLITICA.ORG

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