/> De 14 generais do Alto Comando, 3 se opõem às ações das Forças Armadas, CLAMADAS PELO POVO. Saiba quem são eles. (VÍDEO) - Folha da Política

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De 14 generais do Alto Comando, 3 se opõem às ações das Forças Armadas, CLAMADAS PELO POVO. Saiba quem são eles. (VÍDEO)

Segundo o jornalista, generais atuam contra ação das Forças Armadas

Durante edição do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, desta segunda-feira (28), o jornalista Paulo Figueiredo expôs os nomes de três generais do ato escalão do Exército que estariam agindo contra uma ação mais contundente das Forças Armadas no que tange ao resultado das últimas eleições.

O alto escalão do Exército é um colegiado composto por 14 generais da Força. Figueiredo disse que, enquanto jornalista, deveria respeitar as informações em off de suas fontes, mas que nesse caso, por um “dever cívico”, ele resolveu “dar nome aos bois”.

– O povo brasileiro tem o direito de saber quem é quem – disse o comentarista político.

De acordo com as apurações de Paulo, os militares são: o comandante militar do Nordeste, general Richard Fernandez Nunes; o comandante militar do Sudeste, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva e o ex-comandante militar do Sul, Valério Stumpf Trindade.

As apurações do comentarista dão conta de que o general Richard tem um perfil mais acadêmico e que suas posições são consideradas “muito a esquerda para o padrão do Exército brasileiro”.

O segundo general, Tomás Miguel, foi ajudante de ordem do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por seis anos. Ele é tido no comando como quem mais entende de articulação política, além de ter um posicionamento progressista.

Já o general Stumpf, segundo fontes de Figueiredo, é amigo de infância e colega de colégio militar do ex-advogado-geral da União do governo Bolsonaro, José Levi Mello do Amaral Júnior. Ele era tido como alguém muito bem relacionado com o Supremo Tribunal Federal (STF), atuando como uma espécie de “defensor” das pautas da Corte perante o Planalto.

Atualmente, José Levi é secretário da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou seja, trabalha diretamente com o ministro Alexandre de Moraes.

– O secretário executivo do Alexandre de Moraes tem um “brother” no alto comando do Exército (…). Será que o Alexandre toma as decisões com tanta tranquilidade sabendo que não haverá reação? – indagou Paulo com ironia.



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