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Alexandre de Moraes determina busca e apreensão na casa de empresários conservadores, bloqueia redes sociais, contas bancárias e quebra sigilo bancário, simplesmente porque eles disseram que golpe foi o STF ter soltado o ex-presidiário Lula e agirem fora da constituição



Operação acontece na manhã desta terça-feira em diversos estados

A pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal cumpre nesta terça-feira, 23, mandados de busca e apreensão em endereços de oito empresários integrantes de um grupo de rede social de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL).

A alegação de Alexandre de Moraes é que o grupo de empresários compartilhou supostos comentários de teor golpista, em conteúdo exposto pelo jornal Metrópoles na última semana, falando em algum tipo de ação caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as eleições presidenciais deste ano através de fraudes. A conversa aconteceu em um aplicativo de mensagens.

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A Polícia Federal cumpre mandados sobre o caso em cinco Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará.

Segundo informações da Polícia Federal, 35 oficiais participam da ação, que ocorre no âmbito de inquérito em tramitação no Supremo.

Entre os alvos da operação desta terça-feira estão Luciano Hang (lojas Havan), José Isaac Peres (rede de shopping Multiplan), Ivan Wrobel (Construtora W3), José Koury (Barra World Shopping), Luiz André Tissot (Grupo Serra), Meyer Joseph Nirgri (Tecnisa), Marco Aurélio Raimundo (Mormai) e Afrânio Barreira Filho (Grupo Coco Bambu).

Além das buscas nos endereços ligados aos empresários, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a Polícia Federal a ouvir os investigados. O ministro do STF também determinou bloqueio das contas bancárias dos envolvidos, bloqueio de contas nas redes sociais e quebra de sigilo bancário.

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