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Dólar despenca com o Brasil crescendo mais que os EUA e com inflação menor



Moeda americana caiu para R$5,09 no pregão desta quarta (10), atingindo a menor cotação em quase dois meses

Uma espécie de histeria pró-Brasil tomou conta do mercado financeiro nesta quarta (10), com a confirmação de dados econômicos, que levaram à queda do dólar para o menor patamar em quase dois meses: R$5,09.

Agentes financeiros passaram a enxergar uma grande oportunidade de investimentos no Brasil, que tem surpreendido positivamente com crescimento acelerado e redução da inflação em decorrência das fortes quedas nos preços dos combustíveis e da energia elétrica, fundamentais para manter a economia aquecida.

Além da previsão de crescimento de 2% do PIB ao final do ano, enquanto os EUA enfrentam uma recessão técnica depois de dois trimestres consecutivos de queda na atividade econômica, a inflação acumulada no mercado americano em 2022 superou o IPCA desde janeiro: 5,31% por lá e 4,77% aqui.

A expectativa agora é que a inflação anualizada também sigam convergindo até que os EUA ultrapassem o Brasil no acumulado de 12 meses, o que pode ocorrer antes das eleições.

De acordo com dados oficiais, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) acumula 8,5%, depois de chegar a 9,1% nos EUA. No Brasil, o IPCA medido pelo IBGE chegou a 12,1% em abril, mas segue em queda acentuada, chegando aos atuais 10%.

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