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Pastor Felippe Valadão reage a despachos de macumba postos diante do palco



Líder cristão vem sendo criticado pela mídia e entidades de religiões africanas por suas falas na ocasião

Em evento oficial de comemoração pelo aniversário de 189 anos da cidade de Itaboraí (RJ), realizado na Avenida 22 de Maio na última quinta-feira (19), o pastor Felippe Valadão, da Igreja Lagoinha de Niterói, reagiu a despachos que foram postos diante do palco. Desde então, o líder religioso vem sofrendo críticas da mídia em razão das declarações que fez na ocasião.

– De ontem para hoje tinha quatro despachos aqui na frente do palco. Avisa aí para esses endemoniados de Itaboraí: O tempo da bagunça espiritual acabou, meu filho. A Igreja está na rua! A Igreja está de pé! E ainda digo mais: Prepara para ver muito centro de umbanda sendo fechado na cidade! – declarou Felippe no evento, que foi organizado pela prefeitura e reuniu diversos artistas gospel.

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O pastor também afirmou que chegará um tempo em que “Deus vai começar a salvar esses pais de santo que têm na cidade.”

– Você vai ver coisa que você nunca viu na vida. Chegou o tempo, Itaboraí! Aquele espírito maligno de roubalheira na política acabou – assinalou.

Após entidades de religiões africanas protestarem contra as falas, Felippe Valadão afirmou que ele não é o que o jornal ou as mídias estão retratando.

– Quer saber quem sou eu? Quer saber o que as pessoas que me seguem pensam a meu respeito? Vem na Lagoinha Niterói. Pode vir de coração aberto, você vai se surpreender – convidou.

O desembargador federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, William Douglas, saiu em defesa do pastor, negando que ele seja uma pessoa “intolerante”.

– O pastor Felippe Valadão fez declarações bastante deselegantes nesse evento e está sendo massacrado pela imprensa. Conheço o pastor Felippe, e ele não é intolerante. Espero que todos avaliem o quadro completo: era um show gospel e alguém ou alguns fez/fizeram despachos em frente ao palco. Felippe foi rude nas palavras, mas teve reação a uma deselegância e rudeza que fizeram contra todos os presentes no culto. Foi uma retorção imediata – declarou Douglas.

Para o desembargador, “a primeira intolerância da noite foi fazerem despachos na frente do palco, que para os evangélicos, no evento, equivale ao altar”.

– Não se invade igreja católica nem nua nem com bandeira vermelha (um vereador fez isso), não se entra em sinagoga com cruz, não se entra em mesquita com a bandeira de Israel ou tocando shofar, não se faz despacho em frente a igreja, nem culto em frente a celebração da umbanda – avaliou.

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