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Marcelo Ramos vice-presidente da Câmara quer impedir que Bolsonaro baixe impostos sobre veículos, eletrodomésticos e TVs


Deputado Marcelo Ramos (PSD-AM) classificou medida de redução do IPI em até 25% de eleitoreira e disse que vai ajuizar ação de crime eleitoral contra Bolsonaro e pedir a suspensão dos efeitos do decreto

O primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PSD-AM), não poupou críticas ao decreto presidencial nº 10.979, que reduz o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em até 25% nos produtos de todos os setores divulgado nesta sexta-feira (25/2). Ele informou que pretende ajuizar, na próxima segunda-feira (28/2), uma representação por crime eleitoral contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), pedindo a suspensão dos efeitos do decreto, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“A Zona Franca de Manaus acaba de sofrer o mais grave ataque da sua história”, afirmou o parlamentar, em vídeo enviado ao Correio. Ele comparou a guerra do Leste Europeu ao criticar o decreto. “É como se o governo federal fosse a Rússia e o Amazonas fosse a Ucrânia. O ataque perpetrado por esse decreto que reduz o IPI de todos os produtos industrializados do Brasil acaba com a Zona Franca de Manaus se não for revertido”, afirmou.

Procurado, o Ministério da Economia, que defendeu a medida como uma forma de reindustrialização do setor produtivo, ainda não comentou o assunto. Pelas estimativas da pasta, o decreto deve ter um impacto fiscal de R$ 19,6 bilhões na arrecadação do governo federal com IPI neste ano.

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