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Bolsonaro alerta sobre desinformação da velha imprensa sobre conflito: ‘quem se informa pela Globo, UOL, Estadão, Folha de São Paulo… é pedir para ficar desinformado’



Em entrevista concedida à Jovem Pan e transmitida por suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro explicou sua avaliação do conflito Rússia-Ucrânia e enfatizou o papel a que a velha imprensa vem se submetendo, criando e difundindo desinformação. Bolsonaro disse: “falaria um pouco sobre o conflito Rússia-Ucrânia. Muita desinformação, né? Como sempre. Alguns se pautando na grande mídia brasileira para tirar conclusões… tá na cara que boa coisa não sai disso. 

Como ontem, UOL e Globo disse que eu, por telefone, falei com o Putin. Em todo o meu depoimento ontem, em nenhum momento se usou a palavra “telefone”. Então, tem essa desinformação pregada pela Globo. Você quer ajudar, quer colaborar, e os caras inventam um negócio e vêm para cima de você. Então, quem se informa pela Globo, UOL, Estadão, Folha de São Paulo… é pedir para ficar desinformado”.

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O presidente apontou que a rede Globo incluiu a expressão “por telefone” entre aspas, como se o estivesse citando, sem que a expressão jamais tivesse sido pronunciada. Bolsonaro disse: “a intenção de parte da imprensa brasileira é causar um tumulto, desinformar”. Ele explicou que, a partir da suposta “notícia” veiculada pela velha imprensa, diversos agentes reagem e atacam o presidente e o País, ainda que a informação seja completamente falsa.

O presidente explicou que acredita que as sanções econômicas contra a Rússia não devem prosperar, já que diversos países apoiam sanções, desde que não afetem os próprios interesses comerciais. O presidente questionou por que o Brasil deveria ser mais afetado que outros países, especialmente considerando que o país depende dos fertilizantes russos para a própria segurança alimentar e também para garantir a segurança alimentar de outros países. Bolsonaro lembrou ainda que a dependência da Rússia só é tão grande porque o PT gastou cerca de 3 bilhões para construir uma fábrica de fertilizantes, mas não concluiu a obra.

Bolsonaro enfatizou ainda outro aspecto. O presidente disse: “O que nós queremos? que, por vezes, não é o que os outros querem. Queremos paz, tranquilidade, respeito… Queremos que a autonomia de cada país seja respeitada. Por exemplo: falei na Rússia também, eu agradeci ao Putin. Porque, quando se discutiam questões climáticas, países da Otan queriam votar, queriam decidir que a autonomia sobre a Amazônia não seria mais nossa. Quem ficou ao nosso lado foi o presidente Putin. A gente vai construindo um relacionamento que a gente pretende que seja duradouro”. O presidente acrescentou: “e vem o pessoal do lado de cá querer relativizar a soberania da Amazônia, a área mais rica do mundo? E do outro lado tem alguém que está do nosso lado. Vamos abrir mão disso, ou vamos ter equilíbrio e esperar as coisas acontecerem?”

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