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Bolsonaro ‘detona’ CPI da pandemia e questiona: ‘O que acontecia ali? Era um tribunal de exceção?’. VÍDEO.


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro questionou os métodos utilizados pela CPI da pandemia do Senado, que também ficou conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”. O presidente explicava que a oposição utiliza narrativas para criticá-lo, porque querem o retorno da esquerda ao poder.

O presidente apontou que a CPI não chegou a lugar nenhum. Sem investigar o uso dos recursos enviados a estados e municípios, a CPI fez um estardalhaço em torno de negociações para a compra da vacina Covaxin. Bolsonaro disse: “Não chegaram a lugar nenhum. Me acusaram de comprar vacina superfaturada. Não recebemos uma dose, não pagamos um centavo. Se alguém queria vender, era um lote na lua. Não tinha 400 milhões de doses para vender”.

O presidente disse: “E agora vi aqui o Randolfe Rodrigues dizendo que quer o impeachment do procurador Augusto Aras. Baseado em quê? Fazem um papelão daqueles na CPI, que serviu para humilhar pessoas humildes…”. O presidente classificou como “covardia” a humilhação de testemunhas e apontou: “O que acontecia ali? Era um tribunal de exceção? Era como era conduzida a “justiça” na Hungria, forjando provas para condenar à morte os opositores? Como aquele julgamento fajuto do general Uchôa em Cuba?”.

Enquanto se recusou a investigar indícios de corrupção com os recursos enviados pelo governo federal para os estados e municípios, a CPI não poupou esforços em humilhar pessoas e empresas que manifestaram apoio ao presidente Jair Bolsonaro, além de quebrar sigilos sem qualquer fundamentação, vazar dados sigilosos para a imprensa e ameaçar pessoas de prisão.

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O procedimento é o mesmo observado em inquéritos conduzidos em cortes superiores: matérias da velha imprensa atribuem um “rótulo” ou “marca” a um grupo de pessoas, e isso é tido como suficiente para quebras de sigilos, interrogatórios, buscas e apreensões, prisões e confiscos. Após promover uma devassa nas pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”, os dados são vazados para a velha imprensa, que então promove um assassi* de reputações que dá causa a novas medidas abusivas. Conforme vários senadores já notaram, os procedimentos são, comumente, dirigidos aos veículos de imprensa independentes, em evidente tentativa de eliminar a concorrência, controlar a informação e manipular a população brasileira.

Em um inquérito administrativo no Tribunal Superior Eleitoral, seguindo esse tipo de procedimento, o ministro Luís Felipe Salomão ordenou o confisco da renda de diversas pessoas, sites e canais conservadores, inclusive a Folha Política. A decisão recebeu elogios do ministro Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE.

A decisão não discrimina os conteúdos e atinge a totalidade da renda dos sites, com o objetivo de levar ao fechamento das empresas por impossibilidade de gerar renda. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a impedir o fechamento do jornal, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o QR Code que está visível na tela ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

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FONTE: FOLHAPOLITICA.ORG




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