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Ator elogia Bolsonaro e Mario Frias por mudanças previstas para Lei Rouanet: ‘Sensacional’


David Cardoso Jr. ainda criticou artistas que querem valores milionários para seus projetos

O ator David Cardoso Jr. parabenizou o presidente Jair Bolsonaro e o secretário especial da Cultura, Mario Frias, pelas novas alterações previstas para ocorrerem na Lei Rouanet.

Em vídeo publicado no Instagram, David comentou sobre a recente declaração do chefe do Executivo a esse respeito e criticou artistas que querem valores milionários para seus projetos.

Na última semana, Jair Bolsonaro anunciou, em entrevista coletiva, que deve reduzir o limite para artistas individuais para R$ 500 mil ao ano.

– Quando eu entrei no governo, senhores, o limite para museus era R$ 60 milhões. O limite para artistas era R$ 10 milhões por ano. Eu imediatamente passei para R$ 1 milhão. Conversando com Mario Frias [secretário de Cultura] agora, devemos passar, nos próximos dias, para R$ 500 mil o limite – declarou o presidente.

David Cardoso Jr., por sua vez, disse que o valor é suficiente para a produção de obras culturais de artistas iniciantes, para quem, em sua avaliação, a lei deveria ser exclusivamente destinada.

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– Só tenho uma coisa para falar para você, presidente Bolsonaro: parabéns, sensacional! Faz 30 anos que eu falo isso, e faz 50 anos que meu pai fala isso. O artista que precisa de R$ 10 milhões para ele vai fazer alguma coisa errada, porque nenhum filme precisa de R$ 10 milhões. Estou falando de um filme médio do Brasil, não de Hollywood. Nenhuma peça de teatro precisa de R$ 10 milhões, de R$ 5 milhões – assinalou.

O ator ainda classificou como “vagabundo e imbecil” o artista que pede altos valores para suas produções.

– Qualquer artista vagabundo e imbecil que pede R$ 10 milhões para fazer um filme ou uma peça de teatro é porque é um vagabundo mesmo. São esses crápulas que mamaram a vida inteira nas tetas do governo. A vida inteira não é do governo de Lula, é de 30, 40 anos atrás. Pessoas que mamavam nas tetas do governo para fazer essas superproduções que não davam retorno para o público.

David defendeu ainda que o “dinheiro da cultura” seja voltado para a população, e não para “superproduções” que “não dão retorno para o povo brasileiro”.

– R$ 500 mil está bom demais para o artista começar. Porque é isso, ele não quer dar dinheiro para quem já é milionário, para quem tem que fazer peças caríssimas. Não, o dinheiro da cultura tem que ser voltado para o povão – completou.

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