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Ministro Onyx comemora 3 milhões de novos empregos com carteira assinada e alfineta velha imprensa: ‘eles não aceitam que o Brasil vai bem’


O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, comemorou, pelas redes sociais, a criação de 3 milhões de novos empregos no ano de 2021. 

O ministro disse:

“3 MILHÕES DE NOVOS EMPREGOS COM CARTEIRA ASSINADA EM 2021.

E ainda faltam os dados do mês de dezembro.

Isso não é por acaso.

O governo Bolsonaro é parceiro de quem trabalha, de quem produz.

Desde o início do governo estamos tirando pedras do caminho.

Lei de liberdade econômica.

Revogaços.

Simplificação de normas regulamentadoras.

Aquele pessoal do "fica em casa" - esquerda e imprensa engajadinha - não vai gostar, vai relativizar, vai tentar desconstruir, o de sempre.

Eles não aceitam que o Brasil vai bem, o desespero deles em retomar o poder só aumenta, mas o que importa é o povo brasileiro. É para o povo que todo o governo Bolsonaro trabalha.

O que mais incomoda, e o que eles não querem que as pessoas lembrem, é que nos últimos dois anos do PT foram dizimados mais de 2 milhões e meio de empregos.

A retomada é consistente, o Brasil segue no rumo certo”.

O presidente Jair Bolsonaro também mencionou a criação de empregos entre as grandes satisfações do ano que se encerra. Em sua live semanal, Bolsonaro disse: “Essa é a nossa satisfação, mostrar que o número de empregos vem aumentando. E deixo claro: quem cria empregos não sou eu, é a iniciativa privada. Nós apenas não atrapalhamos quem queira produzir e empregar no Brasil”.

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O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia.

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos.

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda.

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