Bolsonaro homenageia e é homenageado por veterano da Segunda Guerra Mundial em Pistoia, na Itália, e discursa em defesa da liberdade


O presidente Jair Bolsonaro participou de uma cerimônia militar e religiosa em Pistoia, na Itália, onde há um monumento em honra dos brasileiros que lutaram a Segunda Guerra Mundial ao lado dos italianos. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros General Augusto Heleno e General Walter Braga Netto.

Antes de falar, Bolsonaro passou a palavra a um veterano da Segunda Guerra, Levoni Romano, que relatou que, durante a guerra, fez amizade com um general brasileiro, Mascarenhas, que queria adotá-lo como um filho e trazê-lo para o Brasil. O veterano contou: “agradeci muito pela generosidade desse grande homem o gesto de afeto, mas disse: vou continuar a luta pela liberdade, não posso abandonar a luta pela liberdade”. O veterano relatou ainda sua emoção pela visita do presidente Jair Bolsonaro e seu reconhecimento pela luta dos soldados e pela homenagem a sua verdade histórica.

Bolsonaro, ao iniciar seu discurso, homenageou o veterano, afirmando que era ele a pessoa mais importante na cerimônia. Bolsonaro falou da honra de estar em solo italiano e disse: “Pela primeira vez, estou em solo italiano. Solo esse, neste momento, sagrado para nós, onde rememoramos aqueles que tombaram em luta por aquilo que há de mais sagrado entre nós: a nossa liberdade”.

O presidente lembrou que um sétimo da população brasileira tem origem italiana e rememorou como muitos voltaram ao país para lutar pela liberdade da Itália e do mundo. O presidente agradeceu aos povos da localidade por manterem a memória dos brasileiros que lutaram com eles. Bolsonaro disse: “Ouvi aqui a palavra gratidão. Ela tem mão dupla. Apesar de um oceano Atlântico nos separar, nos sentimos mais que vizinhos. Nós somos irmãos. Daqueles jovens que estiveram aqui nos idos de 43, 44 e 45, poucas dezenas ainda estão vivos, mas eles são para nós a chama da liberdade”.

No Brasil, as liberdades estão ameaçadas e um grupo vem sofrendo aberta perseguição. O país tem presos políticos e pessoas, empresas e jornais censurados. Com medidas liminares, juízes políticos mandam fechar veículos de comunicação ou retirar seus meios de sustento. A Folha Política tem, atualmente, toda a sua renda confiscada a mando do ex-corregedor do TSE Luís Felipe Salomão, que mandou confiscar os rendimentos de pessoas, canais e sites conservadores para impedir seu funcionamento. Pessoas que apoiam o presidente Bolsonaro ou simplesmente expressam ideias conservadoras e de defesa da liberdade têm seu sustento retirado e são impedidas de trabalhar. O país tem presos políticos, inclusive jornalistas, um deputado federal e um presidente de partido.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar o jornal a continuar em funcionamento, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o código ajude@folhapolitica.org ou o QR Code visível na tela. Se preferir depósito ou transferência, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há quase 10 anos, a Folha Política vem mostrando os fatos da política brasileira e dando voz a pessoas que o cartel midiático quer calar. Pix: ajude@folhapolitica.org



Nenhum comentário

'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();