“Terça Livre foi levado à falência” por causa de Manobras judiciais do STF, inviabilizaram a subsistência financeira, diz Italo Lorenzon



Manobras judiciais inviabilizaram a subsistência financeira da empresa, afirma o cofundador do canal

Em live na noite deste sábado (23), Ítalo Lorenzon, um dos fundadores do Terça Livre, explicou as causas que levaram ao fechamento da empresa.

De acordo com o jornalista, as sucessivas manobras do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e de membros do TSE, impossibilitaram a subsistência financeira no canal.

Nos últimos meses, medidas judiciais discricionárias impediram o YouTube de monetizar os conteúdos do Terça Livre, inclusive bloqueando a contribuição espontânea dos expectadores, o chamado Super Chat.

LEIA TAMBÉM: 

Conforme ele esclareceu, o TL vinha em franco crescimento e, como qualquer empresa que deseja melhorar suas atividades, teve um aumento no custo de produção. O canal mantinha, atualmente, entre 15 e 20 colaboradores assalariados.

Todo o cenário já estava quase que impossibilitando a manutenção da empresa. Italo admitiu que foi preciso, nos últimos meses, demitir funcionários, cortar gastos e diminuir drasticamente o pro-labore, pagamento destinado aos sócios, fato que estava inviabilizando sua permanência em Brasília.

Agora, com o congelamento das contas bancárias ligadas ao CNPJ do Terça Livre, no mesmo documento que determina a prisão do Allan dos Santos, a empresa precisou decretar falência.

Lorenzon disse que vai recorrer na Justiça para que seja liberada, das contas do canal, pelo menos a quantia suficiente para pagar os vencimentos dos pais de família que, de uma hora para outra, se descobriram desempregados, sem dinheiro sequer para honrar os compromissos do mês.

Italo, por sua vez, afirma ter apenas o dinheiro para viajar de Brasília até a sua cidade natal, Rio Claro, no interior de São Paulo.

Em breve, mais informações sobre o fim da democracia brasileira.

Nenhum comentário

'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();