Repórter da Globo leva soco e equipe é atacada com pedradas em aldeia indígena



Repórter e cinegrafista faziam reportagem sobre jovem que morreu eletrocutado

Nesta segunda-feira (27), uma repórter e uma cinegrafista da TV Globo foram atacadas na aldeia Tekohaw, na área indígena do Noroeste. Elas estavam no local para fazer uma reportagem com a família do jovem de 15 anos que morreu eletrocutado na última sexta-feira (24).

De acordo com depoimentos, a entrevista com os parentes da vítima transcorreu de maneira tranquila. O tumulto ocorreu na hora da equipe deixar o local. As duas profissionais tentaram ir embora no táxi contratado pela emissora, quando cerca de 30 pessoas entre indígenas e não-indígenas cercaram o veículo.

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Uma das pessoas começou a jogar pedras, enquanto uma outra, armada com facão, entrou no carro. Um homem tentou tomar os pertences da equipe, conseguindo roubar um microfone. Ao mesmo tempo, uma mulher teria exigido que o cartão de memória da câmera fosse entregue. Uma das vítimas ainda teria levado um soco no rosto.

O veículo foi liberado, mas as duas mulheres foram mantidas no local e foram, de acordo com elas, levadas para um galpão, o que ocorreu por intervenção da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que apareceu instantes depois.

De acordo com as jornalistas, apesar das agressões, elas não ficaram lesionadas. O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte (Distrito Federal).

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