Ao TSE, Jair Bolsonaro defende auditoria nas urnas eletrônicas



Em documento, presidente também negou que esteja atacando a "segurança das urnas eletrônicas"

Em documento enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente Jair Bolsonaro explicou suas declarações a respeito das eleições. De acordo com ele, não foram realizados ataques à segurança das urnas, e sim uma defesa da “necessidade de se viabilizar uma efetiva auditagem”. A informação foi dada pelo portal Uol.

O posicionamento de Bolsonaro foi em resposta ao ministro Luís Felipe Salomão, corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Ele tinha dado um prazo de 15 dias para que o chefe do Executivo apresentasse as provas de fraudes nas eleições.

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No texto, Bolsonaro reitera que “não se está a atacar propriamente a segurança das urnas eletrônicas, mas sim a necessidade de se viabilizar uma efetiva auditagem”. Ele apontou ainda que “é em nome da maior fiabilidade do sufrágio que há muito se tem defendido a necessidade de robustecer ainda mais o sistema eletrônico de votação com alguma medida física de auditagem imediata pelo eleitor, tão logo esse deposite o seu voto na urna e, se for o caso, mais tarde pela própria Justiça Eleitoral”.

Bolsonaro ainda explicou que enviou seu posicionamento “para contribuir com essa nobre Justiça Eleitoral” e destacou que o fez “premido pelo inarredável espírito público, republicano e democrático”.

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