Estudo: CoronaVac produz 10 vezes menos anticorpos que vacina da Pfizer



Dados de estudo realizado em Hong Kong apontaram concentração dez vezes maior em vacina de mRNA

Um estudo realizado em Hong Kong apontou que pessoas que foram vacinadas com o imunizante da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 apresentaram um número de anticorpos 10 vezes maior que aqueles que receberam a CoronaVac, vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac. A pesquisa foi publicada na revista The Lancet no último dia 15 de julho.

Na publicação, os cientistas divulgaram dados de 93 dos 1.442 profissionais de saúde que participaram da pesquisa, e dos quais os estudiosos já possuíam dados completos a respeito da concentração de anticorpos antes da vacinação e após a primeira e segunda doses.

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No total, os números indicaram uma concentração de anticorpos dez vezes maior no imunizante da Pfizer em comparação à vacina CoronaVac. De acordo com os pesquisadores, a diferença nos valores de anticorpos neutralizantes “pode se traduzir em diferenças substanciais na eficácia da vacina”.

Apesar dos números mais baixos do imunizante desenvolvido pela Sinovac, os pesquisadores apontaram que os anticorpos não são a única medida do sucesso de uma vacina no combate a uma doença específica e relataram que o estudo não incluiu dados sobre outros potenciais correlatos de proteção, como células T ou anticorpos de citotoxicidade celular dependentes de anticorpos.

Apesar disso, a pesquisa de Hong Kong indica uma concordância com dados já obtidos em outras pesquisas realizadas em todo o mundo, que sugerem uma proteção mais robusta contra o vírus em vacinas de mRNA, como a da Pfizer e da Moderna, em comparação aos imunizantes com vírus inativados, como a CoronaVac e a Covaxin.


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