Onyx: CPI da Covid é ‘teatro’ e não investiga corrupção



'As CPIs anteriores eram sempre para combater a corrupção, o desvio de dinheiro público. Essa CPI não trata desses assuntos'

Em entrevista ao programa Opinião no Ar, exibido nesta segunda-feira, 7, pela RedeTV!, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, criticou a condução dos trabalhos da CPI da Covid, que apura ações tomadas pelo governo federal durante a pandemia de covid-19.

Silvio Navarro, editor-executivo de Oeste, e Rodrigo Constantino, colunista da revista, participaram da entrevista. O programa é apresentado por Luís Ernesto Lacombe e também conta com a participação da jornalista Carolina Riguengo.

“A melhor fórmula para enfrentar uma CPI é a verdade. É como o governo tem enfrentado essa situação. As CPIs anteriores eram sempre para combater a corrupção, o desvio de dinheiro público. Essa CPI não trata desses assuntos, mas trata da construção de uma narrativa para desgastar ou destruir a imagem e o trabalho do presidente Jair Bolsonaro. […] A população sabe que aquilo ali é um teatro, uma tentativa de construir uma história que não é verdadeira”, afirmou Onyx.

“Com uma CPI dessas, ninguém ganha nada. Ela não está buscando o esclarecimento da verdade”, prosseguiu o ministro. “Acho patéticas aquelas folhinhas com o número de pessoas que morreram. Quantas morreram pela orientação dada por aqueles que defendem que não se trate as pessoas?”, indagou Onyx.

O ministro da Secretaria-Geral destacou o fato de Bolsonaro ter se preocupado também com a economia. “O presidente foi o primeiro líder mundial relevante que falou que precisava cuidar da vida das pessoas, sim, mas lembrar que fome, miséria e desemprego também matam, principalmente na América Latina”, disse.


Copa América

Durante a entrevista, Onyx também comentou a polêmica em torno da realização da Copa América no Brasil em meio à pandemia de covid-19. Segundo ele, as críticas a Bolsonaro por ter aceitado a disputa da competição esportiva no país não passam de “hipocrisia”.

“É muito curioso. Se a gente somar as Séries B, C, D, o Brasileirão, mais o campeonato feminino de futebol, nós vamos chegar a mais de 2 mil jogos que serão organizados pela CBF dentro do Brasil”, lembrou. “Se a gente acrescenta Copa Libertadores da América e Sul-Americana, o volume é bem maior. Isso é hipocrisia, para dizer o mínimo.”


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