MP-SP investiga ligação do PT com PCC via ONG



O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) investiga uma possível ligação do Partido dos Trabalhadores (PT) e a ONG Instituto Anjos da Liberdade (IAL) com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A informação foi divulgada pelo G1 no último dia 2 de junho.

Segundo a matéria, o PCC estaria financiando as duas entidades com o objetivo de viabilizar proteção legal e garantia de benefícios aos integrantes da facção criminosa que estão presos em penitenciárias federais.

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A possível ligação do PCC com o partido de Lula e Dilma foi revelada no momento da prisão de um dos chefões do PCC, Décio Gouveia Luís ou “Décio Português”. A polícia encontrou no celular de Décio o que seria uma lista de pagamentos na ordem de R$ 3,2 milhões.

Desse valor, aparece a quantia de R$ 1 milhão para uma pessoa identificada como Nicodemos da “corte interamericana” e R$ 1,5 milhão para “Geraldo adv” ou “Geraldo do PT”, que deveria ingressar com uma ação de Arguição de Descumprimento do Preceito Fundamental (ADPF) em parceria com o partido junto ao Supremo Tribunal Federal.

Segundo a promotoria do caso, Décio autorizou os pagamentos para que advogados e o IAL denunciassem o Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos contra a portaria que proibiu visitas íntimas em penitenciárias federais.

Já a ONG Anjos pela Liberdade, em novembro de 2020, divulgou em seu site a “vitória” que obteve na justiça ao conseguir o retorno das visitas íntimas em presídios federais.

“Eles se utilizam de um meio legal e de uma tese que é uma tese muito aceita pela comunidade em geral – que é a defesa dos direitos humanos […] para produzir representações e denúncias falsas e pagas com dinheiro criminoso”, disse o promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Lincoln Gakiya.



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