Homem que matou brasileira na Alemanha gritou ‘Alá é grande’



Polícia local investiga motivação do atentado

As autoridades da Alemanha estão investigando possíveis motivações islâmicas relacionadas ao ataque que matou três mulheres, entre elas uma brasileira identificada como Christiane H., e feriu outras sete pessoas na última sexta-feira (25), na cidade de Würzburg, no sul do país.

O motivo de a investigação estar sendo conduzida pela autoridade policial bávara encarregada de casos de extremismo e terrorismo é o fato de o ataque “estar ligado a uma origem islâmica”, porque, segundo testemunhas, o autor do crime gritou duas vezes “Alá é grande”.

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No entanto, em declaração conjunta do Ministério Público de Munique (capital da Baviera, “Land” onde fica Würzburg) e do Gabinete Criminal da Baviera, admite-se que, até o momento, não foi encontrado “material de propaganda ou conteúdo extremista” com o suspeito.

Os investigadores analisam, com a ajuda de especialistas em radicalização islâmica, as “mais de 100 evidências” encontradas em relação ao ataque e agora tentam principalmente “responder à questão da motivação”.

As autoridades bávaras acrescentam que o detido, um cidadão somali de 24 anos, teria feito alusão à “Jihad” quando estava no hospital onde foi tratado pelos ferimentos sofridos durante o ataque.

O ataque aconteceu na tarde da última sexta, quando o jovem, sozinho e com uma grande faca, começou a atacar as pessoas na rua sem dizer uma palavra.

De acordo com a reconstituição dos fatos relatados pelas autoridades, o agressor comprou a faca em um shopping center e ali atacou suas primeiras vítimas. As três vítimas fatais, Christiane e outras duas mulheres, foram encontradas dentro deste estabelecimento. O agressor saiu do shopping e, na rua, atacou vários outros transeuntes em frente a um banco e em uma conhecida praça na cidade a vários metros de distância.

Após serem acionadas, as forças de segurança entraram em ação com um grande aparato e conseguiram prender o agressor em poucos minutos, após o imobilizarem com um tiro na coxa.

Antes da chegada dos policiais, vários transeuntes tentaram impedir o jovem de atacar mais pessoas gritando, ameaçando-o e jogando nele objetos (como cadeiras).

Posteriormente, o agressor foi transferido para um hospital, onde foi internado sob custódia policial.

*EFE



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