STF retoma hoje julgamento de 2019 que pode implicar Lira



Presidente da Câmara dos Deputados supostamente integra o chamado "quadrilhão do PP"

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pode se tornar réu nesta terça-feira, 2. Isso porque a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar os recursos dele e de parlamentares da sigla contra uma denúncia — Lira, Aguinaldo Ribeiro, Eduardo Fonte e Ciro Nogueira teriam prejudicado a Petrobras em cerca de R$ 30 bilhões. O grupo pertence ao chamado “quadrilhão do PP”, de acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR). As denúncias garantem que os envolvidos compõem uma “organização criminosa”.

Em junho de 2019, por três votos a dois, a Segunda Turma do STF recebeu o processo formulado pela PGR contra os congressistas. Edson Fachin, Cármen Lúcia e Celso de Mello votaram para tornar réu o quarteto. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski foram contrários e acabaram vencidos. 

Ambos entenderam que a denúncia era baseada somente nas “palavras de delatores” e votaram com a finalidade de arquivar a ação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. O futuro de Lira, agora, está nas mãos do juiz Kassio Nunes, substituto de Celso de Mello.

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