Se cada servidor público doar 5% do salário daria para pagar auxílio emergencial de R$ 3 mil, revela procurador



Em entrevista ao programa Repórter 98 desta quarta-feira (24), o procurador do Estado Luis Marcelo Cavalcanti de Sousa, comentou a proposta para que os servidores públicos doem 5% da renda para viabilizar um auxílio emergencial de R$ 3 mil para os mais afetados pela pandemia de Covid-19. 

Cavalcanti argumentou que atualmente o Brasil tem 12 milhões de servidores de todas as esferas, que consomem 13% do PIB do país, enquanto 6% são destinados a educação e 3% para a saúde. A ideia ganhou repercussão após o procurador fazer uma publicação nas redes sociais.

LEIA TAMBÉM: Após Bolsonaro tirar impostos federais do botijão de gás e diesel, governadores e DF aumentam impostos estaduais do diesel e gás de cozinha

URGENTE: Mulher dada como morta por Covid-19 se levanta do caixão em velório; VÍDEO.

PT, PC do B, REDE e PSOL votaram contra criação e aprovação do novo auxílio emergencial que irá socorrer milhões de famílias

Lockdown que mata: Feirante tira a vida em Salvador e cita governador e prefeito em carta, "NÃO ESTOU CONSEGUINDO PAGAR MINHAS DÍVIDAS POR CAUSA DO GOVERNADOR E PREFEITO DECRETARAM FECHAMENTO DE TUDO"

“É uma proposta de justiça social, de partilha social, para que juntos pensemos em um grande movimento neste sentido. É uma coisa bem embrionária ainda, mas para a minha grata surpresa, já recebi contato de pessoas ligadas a Assembleia e ao Governo para amadurecer isso”, disse.

O procurador explicou que em 2019 o gasto com servidor público chegou a quase R$ 1 trilhão ( R$ 930 bilhões), e 5% desse valor chega a R$ 46 bilhões, enquanto cerca 46 milhões de pessoas irão receber novo auxílio emergencial do Governo Federal, que irá variar de R$ 150 a R$ 375. Cavalcanti disse que se fosse descontado esse valor por 3 meses daria o auxílio de R$ 3 mil.

“Se a gente fizesse esta conta daria e pegasse 5% do que é pago ao funcionalismo e destinada aos 46 milhões de brasileiros, daria um auxílio de R$ 3 mil”, disse.

Ele destacou que ficaria de fora os servidores que ganham menos que um salário mínimo. “Tem muito servidor que pode dar mais de 5%. Eu não consigo nem ver isso como altruísmo, porque é muito pouco mesmo. Lancei essa ideia para ver se ganha corpo, para mobilizar todo mundo”, pontuou.

5 comentários:

  1. Se cada parlamentar deixasse de "desviar" 5% da verba pública , auxílio emergencial seria troco de pinga!

    ResponderExcluir
  2. Eu acho que ele bebeu e trocou as palavras. Corrigindo: Onde se lê servidor, leia-se POLÍTICO.

    ResponderExcluir
  3. 5% de quem ganha 200 mil por mes realmente não é quase nada.

    ResponderExcluir
  4. Se os juízes e procuradores abrirem mão dos penduricalhos, já tinha dinheiro para pagar o auxílio. Era só cumprir a lei que diz que nenhum servidor pode ganhar mais do que 35 mil, aqui no DF a média salário dos juízes e procuradores fica na casa de 100 mil por mês em um país onde o salário mínimo é de 1045.

    ResponderExcluir
  5. Se todas as Verbas Públicas dos Políticos, inclusive seus salários fossem cortados em 50% e não em 5%, teriamos dinheiro de sobra pra pagar R$1.200,00 de auxilio emergencial por longos anos pro povo pobre e miserável desses País e não R$200,00 como foi aprovado pelo Governo Federal.

    ResponderExcluir

'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();