Governo Bolsonaro já tem contratadas mais de 560 milhões de doses de vacinas contra Covid-19



Total contempla doses já asseguradas, novas compras das vacinas já contratadas e negociação com outros quatro imunizantes contra a doença do novo coronavírus

Com o avanço das tratativas para a compra das vacinas da Janssen e da Pfizer, o Ministério da Saúde estima que o Brasil possa ter até 592,9 milhões de doses de imunizantes contra a Covid-19. A estimativa é a longo prazo, até janeiro de 2022, e contempla compras ainda não concluídas e as negociações em andamento.

O total é uma soma de lotes em três estágios diferentes:

  • Doses acertadas de vacinas já contratadas = 562 milhões

LEIA TAMBÉM: STF ameaça Lira e diz que Bia Kicis na CCJ será declaração de guerra à Corte; Bia Kicis é autora da PEC que revoga a PEC da Bengala que se aprovada irá aposentar 3 Ministros do STF

Bolsonaro vai as redes sociais e divulga quanto mandou para cada estado combater a pandemia em 2020, veja os valores

Governadores querem mais R$ 14,5 bilhões para a Saúde

Justiça atende pedido do PSOL e proíbe tratamento precoce contra covid-19 em Porto Alegre

Quando as vacinas chegam ao Brasil

O Brasil estima que deve receber neste mês de março o total de 38 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. A principal fonte é a produção local, no Instituto Butantan, da vacina Coronavac, de onde viriam 23,3 milhões de doses.

Outras 5,7 milhões de doses da vacina de Oxford e da AstraZeneca devem estar disponíveis. São 3,8 milhões de doses produzidas localmente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras 2,9 milhões a serem enviadas pelo Covax Facility, o consórcio da Organização Mundial da Saúde (OMS).


O Ministério da Saúde ainda aguarda para março as primeiras 8 milhões de doses da Covaxin, vacina do laboratório indiano Bharat Biotech. Apesar de já estar acertada a venda para o Brasil, a Covaxin ainda não foi autorizada para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pré-requisito para que seja distribuída e aplicada no país.

O governo projeta que a maior parte das doses contratadas seja disponibilizada entre abril (55,7 milhões) e maio (44 milhões). A expectativa é de uma expansão expressiva da produção local da vacina de Oxford e da AstraZeneca, na Fiocruz.

Um outro pico pode ser registrado entre outubro e dezembro deste ano, caso o governo conclua as "compras futuras" estimadas, de mais 110 milhões de doses da vacina de Oxford e 30 milhões de doses da Coronavac, que seriam adquiridas também em produção local.


As vacinas da Pfizer e da Janssen foram  incluídas no programa brasileiro de vacinação e será entregues próximos meses. Em seu cronograma, o Ministério da Saúde lista 10 milhões de doses da vacina russa Sputnik V e 30 milhões da Promega, vacina da farmacêutica americana Moderna.

Caso os dois imunizantes sejam também contratados, se juntariam às 100 milhões de doses previstas para Pfizer/BioNTech e 38 milhões de doses da vacina da Janssen, empresa belga que é o braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson.

FONTE: CNNBRASIL.COM.BR

Nenhum comentário

'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();