Criciúma decreta lockdown sem salário e irrita servidores públicos inclusive os que são a favor do lockdown



Prefeito Clésio Salvaro (PSDB) disse ser "muito fácil" pedir medida "quando a geladeira está cheia" e remuneração "está garantida"

O prefeito de Criciúma (SC), Clésio Salvaro (PSDB), adotou uma medida polêmica na última quarta-feira (17): um decreto que cria um lockdown voluntário na cidade, de forma que os servidores públicos podem deixar de trabalhar, mas ficam sem o salário.

A medida sofreu reações dos trabalhadores públicos do município, que inicialmente se recusaram a aceitar os termos do decreto.

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Em uma rede social, o tucano afirmou que havia "pessoas que, no âmbito do poder público, tem perguntado para mim. Prefeito, não vai ter o lockdown?" Em seguida, disse que atenderia aos pedidos e adotaria a medida, mas com condições.

"De tanto, de tanto as pessoas perguntarem para mim, eu tenho dito: está bom, vai ter lockdown. [...] Lembrando só um detalhe: lockdown sem remuneração. Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo, vai ficar em casa, mas não vai receber salário. É muito fácil pedir lockdown quando a geladeira está cheia e o salário está garantido", disse.

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