Com mais de 75 mil mortos, se São Paulo fosse um país seria o 11° com maior número de mortos no mundo, número de mortes é maior que o registrado por 226 países









Número de óbitos causados pela doença no estado superou a marca de 75 mil, de acordo com dados do governo

Se São Paulo fosse um país seria o 11° país com maior número de mortos ficando atrás dos EUA , Brasil, Índia, Rússia, Reino Unido , França, Itália, Espanha, Alemanha e México.

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Parte da alta no número diário de mortos pela Covid-19 se deve ao represamento de óbitos que aconteceram em outras datas, mas não puderam ser registrados na ocasião devido a uma mudança feita pelo Ministério da Saúde no sistema de registros, que passou a exigir dados como os números do Cartão Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Contribuinte Pessoa Física (CPF) dos pacientes.

Após pedido dos Estados, que disseram não terem sido comunicados com antecedência da mudança, o ministério suspendeu a alteração.

O recorde anterior de mortos pelo coronavírus em São Paulo havia sido registrado na última terça feira, 1.209 mortes foram registradas no Estado.

Mesmo sendo o Estado que mais recebeu dinheiro do Governo Federal o governador Doria não fortaleceu o sistema de Saúde do Estado com investimentos, onde fechou várias UTIs EM PLENA Pandemia  e é alvo de várias denúncias de corrupção e superfaturamento. 

O número total de 73.492 mortes é maior que o registrado por 226 países. Estado bateu novo recorde com registro de 1.209 novas mortes por Covid-19 nesta terça-feira (30).

Após bater um novo recorde diário com o registro de 1.209 novas mortes por Covid-19 nesta terça-feira (30), o estado de São Paulo ultrapassou a marca de mais de 75 mil óbitos pela doença. O número total de 75.734 mortes é maior que o registrado por 226 países, de acordo com balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Caso o estado de São Paulo fosse uma nação, estaria em 11º lugar no ranking mundial de países com maiores números absolutos de mortes por Covid-19. Veja a tabela abaixo:

Ranking de países com mais mortes por Covid-19

PosiçãoPaísNúmero total de mortes por Covid-19
Estados Unidos544.430
Brasil312.206
México201.623
Índia162.114
Reino Unido126.615
Itália108.350
Rússia98.442
França94.402
Alemanha76.093
10ºEspanha75.199
11ºColômbia62.955
12ºIrã62.478
13ºArgentina55.449
14ºÁfrica do Sul52.710
15ºPolônia52.392
16ºPeru51.469
17ºIndonésia40.581
18ºUcrânia32.418
19ºTurquia31.230
20ºRepública Tcheca26.222

O total registrado por São Paulo é 32% maior que o da Argentina, país que tem população semelhante ao estado brasileiro com cerca de 46 milhões de habitantes.

O número de novas mortes por Covid-19 está em forte tendência de alta no estado de São Paulo há 29 dias seguidos. Março se tornou o pior mês da epidemia antes mesmo de terminar, já no dia 23. Até então, julho de 2020 era o mais letal.


Recorde na média diária de mortes

Nesta quinta-feira, a média diária de novos óbitos bateu novo recorde ao atingir o valor de 890, número 91% maior do que o registrado há 14 dias.

Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior do que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia. Durante o primeiro pico da doença, em 2020, os maiores valores de média móvel de mortes não passavam de 280 por dia.

A média móvel de novos casos confirmados também foi a maior já registrada desde o início da epidemia. Foram 16.377 novos casos em média nesta terça, valor 22% maior que o de 14 dias.

Com mais de 31 mil pacientes internados com suspeita ou confirmação de Covid-19 em toda rede pública e privada, o estado também enfrenta pressão intensa no sistema de saúde. A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é de 92%.

Ao menos 230 pessoas morreram na fila por um leito de UTI na Grande São Paulo.

Cemitérios no limite

O Cemitério Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte da capital paulista, segundo maior de São Paulo, suspendeu novos enterros após aumento de mortos pelo coronavírus. A informação é de funcionários do serviço funerário da cidade e de familiares de vítimas da Covid-19 que não conseguiram enterrar seus parentes no cemitério.

Segundo relatos, o local fará apenas exumações para conseguir liberar novas sepulturas e, assim, voltar a realizar enterros. A Prefeitura diz que os enterros de crianças e de quem têm jazigo continuam.

"Lá esgotou, eles vão fazer agora exumação e vai ficar uns dias fechado", disse um funcionário do Cemitério Chora Menino, também na Zona Norte, ao G1 na manhã desta terça (30).

A medida, segundo ele, entra em vigor a partir desta quarta (31). Entretanto, já na noite desta segunda (29), o corpo de um homem de 48 anos, morto em decorrência de complicações provocadas pelo coronavírus, não pôde ser enterrado no Vila Nova Cahoeirinha.

Com o aumento dos enterros, a gestão municipal estendeu os horários dos sepultamentos em quatro cemitérios: Vila Formosa e Vila Alpina, ambos na Zona Leste; o São Luiz, na Zona Sul; e o próprio Vila Nova Cachoeirinha, na Zona Norte. Os enterros que antes eram realizados das 7h às 18h agora ocorrem das 7h às 22h.

A capital teve um aumento de quase 30% nos enterros. Os sepultamentos noturnos fazem parte do Plano de Contingência do Serviço Funerário.

Nesta terça-feira (30), motoristas de vans escolares começaram a trabalhar no transporte de corpos de pessoas mortas por Covid na cidade. Com o aumento dos enterros, a prefeitura contratou 50 carros particulares que serão adaptados para o Serviço Funerário.



 

 

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