Pelo menos três investigadores da missão da OMS para apurar origem do coronavírus estão ligados ao governo chinês, diz jornal



A imparcialidade do relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre as origens do coronavírus, que causou a COVID-19, foi questionada após revelações de que três investigadores principais da missão tiveram envolvimento anterior com instituições ligadas ao governo do Partido Comunista Chinês, de acordo com Sharri Markson, da Sky News.

A OMS concluiu sua investigação sobre as origens da doença na semana passada, depois de passar 28 dias em Wuhan, na China.

No início deste mês, a missão da OMS na China disse que não estava investigando se o vírus escapou de um laboratório, o que considerou altamente improvável. Os investigadores também não descartaram o argumento propagado pelo governo chinês de que o vírus “começou em outro lugar” e “entrou em Wuhan através de produtos alimentícios congelados importados”.

Na sexta-feira (12), o então diretor-geral da entidade, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que um resumo de “suas descobertas” seria publicado nesta semana e os Estados Unidos disseram que queriam revisar os dados.

Porém, a confiança do público nas investigações da OMS das origens da doença não parece ser grande depois que Markson apontou que três dos investigadores principais da missão, o Dr. Peter Ben Embarek, Peter Daszak e a Dra. Marion Koopmans, têm ligações com o governo comunista chinês.

Sharri Markson disse que a confiança do público no relatório é abalada quando alguns dos investigadores têm ligações com o país investigado.

“O Instituto de Virologia de Wuhan não abriu seus livros e negaram os detalhes dos pacientes das primeiras 70 pessoas que adoeceram com covid-19. Nenhuma informação sobre o paciente zero”, disse Markson.

Segundo ele, seria necessário “investigadores independentes com uma mente aberta para encontrar as respostas, e não cientistas que foram considerados aceitáveis ​​pelo governo chinês”.

Markson disse ainda que as possibilidades variam de a covid-19 ter se espalhado naturalmente dos morcegos para os humanos ou por meio de um hospedeiro intermediário, mas também pode ter vazado de um laboratório.

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