Durante a pandemia, juízes soltaram quase 60 mil presos em todo Brasil e número de homicídios aumentaram


O chefão do PCC André do Rap não foi excessão

Segundo informações do Departamento Penitenciário Nacional, 59.375 presos que fariam parte do grupo de risco da Covid-19 foram mandados para casa durante a pandemia.

O levantamento foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e demonstrou-se conflitantes com dados divulgados pelo próprio Departamento em dezembro do último ano, que apontavam no máximo 40 mil presos idosos ou com comorbidades.

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Cabe ressaltar que o antigo levantamento ainda possuía uma ressalva que reduziria ainda o mais o número de presidiários em risco durante a pandemia: "É possível que os números sejam menores, pois um mesmo preso pode possuir mais de uma comorbidade ou acumular o fator idade."

No país em que a polícia prende e a Justiça solta, a pandemia foi um prato cheio para facilitar a impunidade, mas vale lembrar que o fator Covid-19 foi apenas mais uma artimanha que favoreceu a criminalidade. Não fosse o caso do grupo de risco, os presidiários ainda poderiam contar com trecho polêmico do pacote anticrime que foi desvirtuado - o chefão do PCC André do Rap que o diga.

E pensar que ainda há quem leve o Brasil a sério.

Contém informações da/o O Antagonista.

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