Mandetta se recusa a assinar decreto para liberar cloroquina em pacientes com Coronavirus, medicamento é o mais eficaz contra Covid-19

Bolsonaro tem sido entusiasta do uso do medicamento para tratar o novo coronavírus.

O governo federal elabora um decreto para permitir que profissionais da saúde (médicos e enfermeiros) e pacientes infectados com Covid-19 e que estejam em estado grave possam fazer uso do medicamento hidroxicloroquina para o tratamento da doença. Porém, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , se recusou a assinar o decreto após a reunião no Palácio do Planalto.

Ao final da conversa no Palácio do Planalto, Mandetta foi convidado a conversar com os médicos Nise Yamaguchi e Luciano Dias Azevedo. Eles defenderam que o ministro assinasse a liberação, mas Mandetta se recusou. Mandetta disse que aconselhou os dois especialistas a debaterem primeiro com os seus pares para depois submeter ao ministério.

"Me levaram, depois da reunião lá, para uma sala com dois médicos que queriam fazer protocolo de hidroxicloquina por decreto. Eu disse a eles que é super bem-vindo, os estudos são ótimos. É um anestesiologista e uma imunologista que lá estavam", afirmou Mandetta, em entrevista no Ministério da Saúde.
LEIA TAMBÉM: 

"Esposa de Dilma Roussef " desviou R$ 45 milhões para campanhas de Dilma de 2010 e 2014, diz Delcídio Amaral em Delação Premiada

"[Eu disse] que eles devem se reportar a você (referindo ao secretário Denizar Vianna, de Ciência e Tecnologia da pasta) e que eles devem, na sociedades brasileiras de imunologia e anestesia, fazerem o debate entre os seus pares. Chegando a um consenso entre seu pares, o Conselho Federal de Medicina e nós aqui do Ministério da Saúde, a gente entra. A gente tem feito isso constantemente", completou.

Mandetta afirmou que nesta segunda-feira (6), por exemplo, recebeu informações de pesquisas sobre um remédio, chamado ivermectina, usado para tratar para matar piolho, contra sardas,um remédio parasitário para vermes usado por crianças e adultos no Brasil e no mundo. O medicamento pode ser promissor para tratar o novo coronavírus. No entanto, o ministro destacou que será feito "pela ciência", repetindo diversas vezes a palavra.

"Vamos fazer pela ciência, ciência. Não vamos perder o foco: ciência, disciplina, planejamento, foco. Não perca.

Logo depois, Denizar Vianna, secretário de Ciência e Tecnologia, falou que a pasta deve ter resultados para anunciar ainda no mês de abril sobre terapias seguras para tratar a Covid-19. Ele não deu detalhes sobre a quais medicamentos se referia.

"Estão em curso vários ensaios clínicos para testar esses medicamentos. Temos resultados preliminares ainda no mês de abril para oferecer terapias seguras e eficazes para a população. Temos que pautar as decisões baseadas em evidências científicas", disse Vianna.

O presidente Jair Bolsonaro tem sido entusiasta do uso da cloroquina para tratar o novo coronavírus.

A Itália passou por um estado crítico da Pandemia com centenas de mortes diárias, mas semana passada o Ministério da saúde daquele país começou a tratar o covid-19 com hidroxicloroquina e os números de óbitos vem diminuindo a cada dia, também foi constatado a diminuição das ocupações nos leitos de UTI, internações, o medicamento vem salvando vidas em todo o mundo, mas Mandetta se recusa a administrar no Brasil.

No mês de Março o presidente da câmara e o do Senado,Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre foram infectados pelo Coronavírus, sendo curados em menos de 15 dias com o uso do Hidroxicloroquina, os políticos tem uso liberado em estado grave ou não como foi o caso dos dois, mas o pobre não terá esse direito apesar de Bolsonaro lutar pela implantação do remédio no tratamento do covid-19.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

Um comentário:

  1. Se Mandeta não quer assinar para liberar o remédio o povo vai ficar a própria sorte. Existem outros médicos que são a favor avida do ser humano não vale nada. Demite esse Mandeta Bolsonaro.

    ResponderExcluir

'; (function() { var dsq = document.createElement('script'); dsq.type = 'text/javascript'; dsq.async = true; dsq.src = '//' + disqus_shortname + '.disqus.com/embed.js'; (document.getElementsByTagName('head')[0] || document.getElementsByTagName('body')[0]).appendChild(dsq); })();