Sobrevivente do vírus chinês elogia Trump e o uso da hidroxicloroquina: “Eu sou a prova viva, funciona!”

A pandemia do vírus chinês talvez tenha um ponto de virada em sua história. Um americano do estado de Michigan, Jim Santilli, de 38 anos, disse que é uma “prova viva” de que a combinação de medicamentos contra malária e antibióticos salvará a vida das pessoas que estão infectadas pelo coronavírus chinês.

Santilli disse que ficou gravemente doente na quarta-feira, 18 de março, em sua casaco condado de Macomb, no Michigan, com graves problemas cardíacos e respiratórios. Ele foi ao hospital Henry Ford Macomb e os médicos imediatamente o testaram para o vírus chinês e o internaram.



Durante uma entrevista no sábado com o apresentador de rádio e TV, Steve Gruber, Santilli disse que o maior problema estava na espera pelos resultados dos testes, que levaram 4 dias. Enquanto isso, sua condição piorava a cada hora e ele pensava que iria morrer.
“Os médicos estão restritos no que podem fazer”, explicou Santilli, até que tenham um resultado, porque alguns tratamentos, como o uso de esteroides, podem realmente piorar ainda mais a situação do Covid-19”.

No sábado de manhã, porém, sua situação havia se tornado grave. Santilli disse que estava se “afogando lentamente” e estava convencido de que “não viveria até a meia-noite”. Foi quando os médicos tomaram uma decisão. Ele disse que esta decisão mudou tudo.



O sobrevivente contou que a combinação de medicamentos começou a funcionar “dentro de algumas horas”.

Santilli deu o crédito de sua sobrevivência a Trump.

“Donald Trump recomendou a combinação de medicamentos que salvou minha vida e de muitas outras pessoas”, disse ele a Gruber.

Santilli criticou a governadora esquerdista, Gretchen Whitmer, por sua recente ameaça contra médicos e farmacêuticos, dizendo que era uma “decisão terrível” de Trump.

“Ela está condenando as pessoas à morte”, afirmou Santilli.

Whitmer enviou uma carta a profissionais médicos em 24 de março que dizia: “A prescrição de hidroxicloroquina ou cloroquina sem mais provas de eficácia para o tratamento de COVID-19 ou com a intenção de armazenar o medicamento pode criar uma escassez para pacientes com lúpus, artrite reumatóide ou outras doenças para as quais a cloroquina e a hidroxicloroquina são tratamentos comprovados. Os relatórios dessa conduta serão avaliados e poderão ser investigados posteriormente por ações administrativas. A prescrição de qualquer tipo de prescrição também deve estar associada à documentação médica que mostre a necessidade e a condição médica para as quais o paciente está sendo tratado. Novamente, esses são medicamentos que não foram comprovados cientificamente ou clinicamente para tratar o COVID-19”.

Santilli acrescentou que ele não é o único vivo por causa da hidroxicloroquina e da azitromicina. Ele contou que a equipe médica que o tratou disse que outros pacientes também estavam respondendo bem ao tratamento, e que muitas vidas também estão sendo salvas.

Fonte:conexaopolitica.com

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