Mais Médicos era ‘convênio entre ditadura de Cuba e PT’, diz futuro ministro da Saúde

O deputado federal e futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), disse nesta 3ª feira (20.nov.2018) que a saída dos médicos cubanos do Programa Mais médicos sempre foi um risco.

“Os critérios à época [em que a parceria foi feita] me parecem que eram muito mais um convênio entre Cuba e o PT, e não entre Cuba e o Brasil“, afirmou.

A indicação do congressista para chefiar a Saúde foi anunciada pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, nesta 3ª feira. Mandetta deu entrevista após reunião com a equipe de transição no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).


O futuro ministro destacou a necessidade de políticas sustentáveis para a área da saúde. “As improvisações em saúde costumam terminar mal e essa não foi diferente”, disse.

Mandetta afirmou ser necessário 1 diálogo entre as equipes do atual governo, do presidente Michel Temer, e do futuro, de Bolsonaro, para que as próximas decisões do setor sejam feitas.

Quanto à validação de diplomas dos médicos do programa, o futuro ministro defendeu uma avaliação da formação dos profissionais e disse que é preciso saber a qualificação e competência de quem lida com a vida dos brasileiros.



“Quando você fala em revalidar, tem várias maneiras de fazer isso. O que queremos com o Revalida é saber quem é o profissional, o que estudou e onde. Todos precisamos saber que alguém checou e confirmou as informações daquele profissional que irá tratar do bem maior que uma nação pode ter que é a vida de seus habitantes“, afirmou.

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