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Dois Deputados do PSOL postaram fotos em seus Twitter junto com radicais de esquerda de torcidas organizadas que invadiram a Paulista neste domingo (31), em manifestação violenta com confrontos com a PM.

A Polícia Militar teve que intervir as agressividades dos radicais de esquerda que queriam confronto com manifestantes apoiadores de Bolsonaro que estavam alí protestando contra a corrupção.



Os dois deputados são Glauber Braga (PSOL/RJ)  e a deputada Sâmia Bomfim (PSOL/SP), ambos protestaram juntos em São Paulo na Paulista.



Ato liderado por radicais de esquerda tem confrontos com policiais na Avenida Paulista.

A Avenida Paulista, no centro da capital de São Paulo, registrou confrontos entre radicais de esquerda e membros da a Polícia Militar (PM) neste domingo (31).

O ato foi organizado por torcidas organizadas de futebol, entre elas a do Corinthians, mas contou com a presença de membros da ANTIFA, uma organização de extrema-esquerda responsável por protestos violentos mundo afora.



Pelo menos dois confrontos ocorreram durante o ato. A primeira confusão foi entre os torcedores e apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro.
O segundo confronto foi entre os torcedores e a PM.

Nas duas ações, policiais usaram bombas de efeito moral e avançaram contra os radicais para dispersar os tumultos.

Um grupo de radicais segue lançando pedras e barricadas contra os membros das força de segurança.

Fonte: renovamidia.com.br



Dois deputados do PSOL são flagrados participando de protesto violento de radicais de esquerda "PRÓ-DEMOCRACIA", grupo entrou em confronto com a PM

A Avenida Paulista presenciou confrontos entre radicais de esquerda e membros da PM neste domingo (31).


Membros de torcidas organizadas, movimentos sociais e grupos “antifascistas” geraram cenas de violências na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (31).



Os radicais de esquerda lançaram pedras e outros objetos na direção da Polícia Militar (PM), que revidaram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

De acordo¹ com a PM, alguns radicais presos no confronto com as forças de segurança foram encaminhados à delegacia dos Jardins. Eles portavam canivetes, fogos de artifício e artefatos químicos.

Os detidos² estão sendo encaminhados ao 78º Distrito Policial, nos Jardins, zona sul da capital paulista.



Estamos fazendo a cobertura coberta em nosso perfil no Twitter, com direito a muitos vídeos da confusão. Confira AQUI.

Fonte: renovamidia.com.br



PM de SP prendeu radicais de esquerda com ‘canivetes e artefatos químicos’, manifestantes agrediram Bolsonaristas e entraram em confronto com a PM

Emissora recém-chegada ao Brasil classificou ato pró-Bolsonaro em Brasília como “antidemocrático”.


O presidente da República, Jair Bolsonaro, apontou, neste domingo (31), a incoerência da emissora CNN Brasil ao noticiar duas manifestações distintas.



Em mensagem no Twitter, Bolsonaro compartilhou um print com duas manchetes diferentes da emissora.
“De helicóptero e à cavalo, Bolsonaro volta a participar de ato antidemocrático”, diz a primeira manchete sobre a manifestação em Brasília.

“Manifestante pró-democracia se reúnem agora”, diz a CNN Brasil sobre o ato promovido por torcidas organizadas alinhadas à extrema-esquerda, em São Paulo.



Logo em seguida, Bolsonaro compartilhou um print com o anúncio feito pelo presidente Donald Trump, que vai designar a ANTIFA como uma “organização terrorista“.

Confira a publicação:

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) May 31, 2020

Fonte: renovamidia.com.br




CNN Brasil classificou manifestações pacíficas pró-Bolsonaro, em Brasília, como "antidemocrático", mas classificou ato de esquerda anti-Bolsonaro que teve confronto com a PM como "pró-democracia".

Moraes disse que bloqueio é “necessário para a interrupção dos discursos com conteúdo de ódio”.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou, esta quarta-feira (27), um suposto “Gabinete do Ódio” em decisão que autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão no âmbito do inquérito das fake news.



No despacho, o ministro definiu o grupo como “associação criminosa” e apontou exemplos de “mensagens ilícitas” de membros deste suposto gabinete.
Ao elencar as determinações no despacho, Moraes pede:

“A BUSCA E APREENSÃO de computadores, ‘tablets’, celulares e outros dispositivos eletrônicos, bem como de quaisquer outros materiais relacionados à disseminação das aludidas mensagens ofensivas e ameaçadoras.”



O ministro também pediu os bloqueios das contas:

“O bloqueio de contas em redes sociais, tais como Facebook, Twitter e Instagram, dos investigados apontados no item anterior “1”, necessário para a interrupção dos discursos com conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática.”
FONTE: RENOVAMIDIA.COM.BR



Alexandre de Moraes ordenou bloqueio das redes sociais dos citados no inquérito simplesmente porque criticaram o STF

“Intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia”, diz Mendonça.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, criticou, nesta quarta-feira (27), os mandados de buscas e apreensões contra aliados do presidente da República, Jair Bolsonaro.

A medida foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base no inquérito das fake news.

Em nota à imprensa, Mendonça afirmou que ao povo é garantido o “inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes”.



Confira a íntegra da nota publicada pelo ministro André Mendonça:
“Diante dos fatos relacionados ao Inquérito 4.781, em curso no Supremo Tribunal Federal, pontuo que:

1. Vivemos em um Estado Democrático de Direito. É democrático porque todo o poder emana do povo. E a este povo é garantido o inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes. Além disso, aos parlamentares é garantida a ampla imunidade por suas opiniões, palavras e votos.
2. Intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia.

3. De outra parte, esclareço que, em 2019, enquanto Advogado-geral da União, por dever de ofício imposto pela Constituição, defendi a constitucionalidade do ato do Poder Judiciário. Em nenhum momento, me manifestei quanto ao mérito da investigação e jamais tive acesso ao seu conteúdo.

4. Da mesma forma, as diligências realizadas pela Polícia Federal nesses casos se dão no estrito cumprimento de ordem judicial.



5. Assim, na qualidade de Ministro da Justiça e Segurança Pública, defendo que todas as investigações sejam submetidas às regras do Estado Democrático de Direito, sem que sejam violados pilares fundamentais e irrenunciáveis da democracia.

Brasília, 27 de maio de 2020.
André Luiz de Almeida Mendonça
Ministro da Justiça e Segurança Pública”
FONTE: RENOVAMIDIA.COM.BR



‘Atentado à democracia’, diz Mendonça Ministro da Justiça sobre inquérito ilegal da CENSURA de Alexandre de Moraes



Dono do perfil Carteiro Reaça foi alvo de busca e apreensão do STF.

O deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) afirma que vai protocolar no Senado Federal um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

– Não tem como ver o que está acontecendo e ficar inerte – diz Diniz, referindo-se à operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira (27) com 29 mandados de busca e apreensão cujas ordens foram expedidas por Moraes, relator do inquérito que apura ataques contra o STF.
O parlamentar disse ainda que Moraes está atentando contra a democracia.

– Quem defende o Estado de Direito e a democracia tem que repudiar o que o Alexandre de Moraes está fazendo – segue o deputado, que considera o inquérito “inconstitucional”.

Oito parlamentares são investigados. Entre eles está Diniz, conhecido como Carteiro Reaça. Mas não houve mandados para recolhimento de material em seus endereços. Moraes determinou que eles sejam ouvidos em dez dias e proibiu que suas postagens em redes sociais sejam apagadas.

– Hoje somos nós, mas amanhã pode ser a galera da esquerda. Não podemos aceitar isso com naturalidade – afirma o deputado.

Deputado Gil Diniz vai pedir impeachment de Alexandre de Moraes

 
A ex-coordenadora da Operação Lava Jato, Thaméa Danelon, listou motivos que tornam o Inquérito da Censura do Supremo Tribunal Federal (STF) um ato inconstitucional.

Thaméa diz respeitar o STF mas aponta que o Inquérito das “Fakes News” é completamente ilegal e inconstitucional pois viola o “Sistema Acusatório (juiz não pode investigar, apenas o MP e a Polícia)”.

A procuradora regional em Porto Alegre também afirma que o inquérito “ofende o Princípio da Livre Distribuição (o juiz q [sic], no futuro, julgará o caso, não pode ser escolhido, deve haver um livre sorteio entre os juízes).

Veja outros motivos apontados por ela:
  • não investiga fatos objetivos e específicos, “Fake News” não é um crime tipificado no Código Penal; e ameaça ao STF e familiares é extremamente vago;
  • os supostos crimes não ocorreram nas dependências do STF, assim não há competência (processual) da Suprema Corte;
  • Deve-se lembrar q ex PGR Raquel Dogde, no ano passado, ARQUIVOU referido Inquérito, contudo, não foi acolhido pelo STF.
  • No ano passado uma revista foi censurada pelo inquérito das “Fakes News” e diversas pessoas sofreram busca e apreensão, na minha opinião, indevidas, sendo violada a Liberdade de Expressão.
  • Investigados não conseguiram ter acesso ao Inquérito em questão, em afronta à própria Súmula Vinculante 14 do STF, q autoriza ao advogado do investigado vista dos autos.
  • Na data de hoje, outras buscas e apreensões igualmente indevidas foram realizadas. No meu entender, tudo seria NULO de pleno Direito.

FONTE: TERCALIVRE.COM.BR

Procuradora Thaméa Danelon lista motivos que tornam inquérito de Alexandre de Morais do STF ilegal e inconstitucional

O Inquérito das “Fake News” ou Inquérito da Censura, só mira, até agora, personalidades da direita brasileira.

A Polícia Federal, a mando do ministro do STF, Alexandre de Moraes, cumpre 29 mandados de busca e apreensão contra deputados federais, jornalistas, ativistas, empresário e até humoristas de direita e alinhados com o presidente Jair Bolsonaro.


Até agora, já foram alvo da perseguição o jornalista do Terça Livre, Allan dos Santos, os deputados estaduais Douglas Garcia e Gil Diniz, o EX deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RIO), os deputados federais Carla Zambelli, Daniel Silveira, Filipe Barros, Luiz Phillpe de Orleans e Bragança, empresário Luciano Hang, além do humorista Rey Bianchi.
FONTE: TERCALIVRE.COM.BR

RETALIAÇÃO: Inquérito de Alexandre de Moraes só mira em figuras da direita ligadas ao presidente

Catorze unidades, sob gestão de adversários políticos do presidente da República, concentram 79% dos casos, segundo dados do Ministério da Saúde.

Os Estados brasileiros governados por adversários de Jair Bolsonaro concentram a maior parte de casos e mortes por covid-19, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

Catorze unidades federativas possuem, juntas, 87% das mortes e 79% das infecções confirmadas pelo novo coronavírus.

As federações sob comando de políticos contrários ao presidente somam, juntas 308.120 casos confirmados – no Brasil todo, são 391.222 ocorrências da covid-19. No caso das mortes, esses 14 estados contabilizam 21.251 mortes – no país, os óbitos pela doença atingiram a marca de 24.512. O levantamento considera dados acumulados até a noite de terça-feira (26).



Os estados governados por opositores do presidente são: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe, Piauí, Alagoas, Paraíba, Bahia, Amapá e Pará.
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Epicentro da covid-19 no Brasil, o estado de São Paulo, sob comando de João Doria (PSDB), tem 83,6 mil casos e 6.423 mortes provocadas pela enfermidade. Governado por Wilson Witzel (PSC), o Rio de Janeiro é o segundo colocado, com 40.024 mil casos e 4.361 mortes. O Ceará, governado por Camilo Santana (PT), é o terceiro, com 37.021 mil casos e 2.603 mortes.
Por outro lado, os outros 13 estados administrados por aliados do presidente somam 78.953 casos – o equivalente a 21% do total. Quanto às mortes provocadas por covid-19, essas unidades da federação totalizam 3.103 óbitos – 13% dos registrados pelo Ministério da Saúde no país.

Os 13 estados cujos gestores são neutros ou aliados de Bolsonaro são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal, Rondônia, Acre, Roraima, Tocantins e Amazonas.



Proporção

A incidência da doença, medida pelo número de casos a cada 100 mil habitantes, também é maior nos estados cuja gestão faz oposição a Bolsonaro. Em média, considerando os 14 estados, são 267 mortes para cada 100 mil pessoas. Por outro lado, nos estados governados por aliados do Planalto, há 197,8 mortes para cada 100 mil habitantes.



A mortalidade, de acordo com os dados do Ministério da Saúde, atinge 13,7 pessoas a cada 100 mil pessoas nos estados sob a tutela de opositores de Bolsonaro. Entre aliados, esse número é de 7 mortes para cada 100 mil.

Ao todo, o Brasil tinha 391.222 casos confirmados e 24.512 mortes até a última segunda-feira (25) de acordo com o Ministério da Saúde. A doença acomete 178,4 brasileiros para cada 100 mil pessoas e a taxa de mortalidade no país é de 11,2 para cada 100 mil brasileiros. Outras 158.593 pessoas conseguiram se recuperar da doença.


FONTE: https://noticias.r7.com/covid-estados-governados-por-rivais-de-bolsonaro-tem-87-das-mortes-26052020


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Coronavírus: estados governados por rivais de Bolsonaro têm 87% das mortes

Cresce a popularidade do presidente entre a população pobre ,baixa renda e menos escolarizada.
Em termos de popularidade, Jair Bolsonaro é um fenômeno de sobrevivência em processo acelerado de mutação. Cada nova pesquisa feita em tempos de coronavírus revela mais popularidade. 

Simultaneamente, a aprovação manteve-se praticamente igual, oscilando dentro da margem de erro de 2,2 pontos: passou de 34,5% para 32%, considerando os brasileiros que classificam sua administração como boa ou ótima. Ou seja, Bolsonaro ainda goza da simpatia de um terço do eleitorado, um respaldo que parece até agora à prova de crise e tão resistente quanto sua luta eterna contra os fantasmas do comunismo.



Um olhar mais atento para esse cacife eleitoral de um terço da população.

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De acordo com especialistas, metade da fatia de 30% dos que o avaliam como bom ou ótimo são fãs do capitão, o chamado núcleo duro do bolsonarismo.

Nos últimos meses aumentaram a quantidade de eleitores que só cursaram até o ensino fundamental e com renda condizente à das camadas mais pobres da sociedade. O fenômeno, consequentemente, fez cair a rejeição que Bolsonaro tem na Região Nordeste, um reduto histórico do PT.

Uma pesquisa recente do Vox Populi encomendada pelo partido de Lula o PT quantificou o fenômeno.

Ela apresenta o desempenho do presidente por região, renda familiar e escolaridade. VEJA teve acesso aos dados. De acordo com o levantamento, Bolsonaro recebeu as seguintes avaliações: 35% positivo, 38% negativo e 24% regular.

A mesma pesquisa realizada pelo Vox Populi em dezembro revelou que a popularidade do presidente vinha numa tendência de queda desde abril do ano passado — em igual período, a rejeição a ele aumentava, chegando, no fim de 2019, a 42% dos pesquisados. 

Em dezembro, Bolsonaro tinha apenas 22% de aprovação. Para lideranças do PT, o presidente soube capitalizar o medo do desemprego e da falta de renda e, ao ficar com os louros do “coronavoucher”, o auxílio emergencial financeiro da pandemia, conseguiu reverter a tendência de queda, saltando 13 pontos porcentuais em quatro meses.

Nem a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça teve impacto, segundo o levantamento. A diferença entre a aprovação nos dias anteriores à demissão do ex-­juiz da Lava-Jato e nos dias após sua saída do governo, em 24 de abril, foi de apenas 1 ponto porcentual.



A leitura é que os 600 reais do auxílio emergencial pagos a trabalhadores informais e beneficiários do Bolsa Família influenciaram na manutenção do um terço de apoio que Bolsonaro apresenta nas pesquisas em geral.





Numa improvável imbricação de lulistas com bolsonaristas, é possível que o presidente esteja construindo uma base com nordestinos, trabalhadores de baixa renda e pessoas com pouca escolaridade, que quase nada têm a ver com seus seguidores mais fiéis e originais.

No Nordeste, onde Bolsonaro foi derrotado no segundo turno por Fernando Haddad, do PT, por 69,7% dos votos contra 30,3%, seu crescimento foi de 15 pontos porcentuais.

Entre dezembro e abril, ele aumentou sua aprovação por lá de 12% para 27%. Quando o recorte é feito entre os eleitores de baixa renda, o porcentual salta, no mesmo período, de 16% para 34%. E, por escolaridade, entre as pessoas com formação até o ensino fundamental o presidente é aprovado por 42%. Quatro meses atrás era por 18%.

Esses resultados foram exibidos em uma longa reunião realizada pelo diretório nacional do PT no último dia 29. “Incrivelmente, foi uma ocasião em que Lula mais ouviu do que falou”, afirma o vice-presidente nacional do partido, Washington Quaquá. Foi Franklin Martins, ex-­chefe da Secretaria de Comunicação no governo Lula, quem fez o pronunciamento mais duro daquele dia.
“Parte desses setores das classes C, D e E parece ter retornado agora (a apoiar Bolsonaro) com medo do coronavírus, mas é um retorno frágil e não consolidado”, disse ele. “Precisamos parar de falar para a bolha e passar a falar para todos. Chega de ficar fazendo tuíte, lacração e gracinha. A situação é dramática e temos de entender a sua gravidade.”

No trimestre em que estão previstos os pagamentos do “coronavoucher”, o governo deve gastar 154,4 bilhões de reais para atender 96,9 milhões de pessoas. A título de comparação, o Bolsa Família previa para 2020 gastos de 31 bilhões com 14 milhões de famílias. Foi com o Bolsa Família e outros programas assistenciais que o ex-presidente Lula formou um eleitorado cativo entre os mais pobres e no Nordeste.



Apesar de Bolsonaro avançar sobre essas camadas em meio à crise, esse apoio é volátil e não pode ser dado como um ativo eleitoral certo para 2022.

“O Bolsa Família aumentou a probabilidade de essas pessoas votarem no Lula e na Dilma, mas não gerou petistas. Já esse auxílio emergencial é temporário. A curto prazo, há o aumento na popularidade, mas quanto tempo dura essa gratidão?”, questiona o cientista político da FGV Cesar Zucco. É fato que a queda econômica está em andamento e continuará após o pagamento do auxílio. Mas ainda é cedo para cravar se o agravamento da pandemia e a recessão podem dinamitar essa nova base bolsonarista.

Fonte: https://veja.abril.com.br/politica/com-acoes-direcionadas-aos-mais-pobres-bolsonaro-muda-base-de-apoio/









Aprovação de Bolsonaro cresce entre os mais pobres, no nordeste aprovação dobrou, pesquisa foi encomendada pelo PT

A PGR informa que as buscas autorizadas pelo ministro Benedito Gonçalves tem o objetivo de recolher “documentos e outros materiais que possam reforçar o contexto probatório da investigação que apura a prática de crimes previstos nos artigos 89 e 96 da Lei de Licitações (8.666/1993), peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.

“A previsão orçamentária do estado era gastar R$ 835 milhões com os hospitais de campanha em um período de até seis meses. A suspeita é que parte desse valor teria como destino os próprios envolvidos. O esquema para viabilizar os desvios envolveria superfaturamento e sobrepreço, além da subcontratação de empresas de fachada.”


Como já registramos, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 11 endereços residenciais e comerciais no Rio de Janeiro em São Paulo. Entre os alvos das medidas cautelares está o governador Wilson Witzel (PSC).
“A ordem para as medidas cautelares partiu do relator do caso do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro Benedito Gonçalves, e inclui a oitiva dos envolvidos. Por tratar-se de medidas que, neste momento, correm sob sigilo, os nomes dos demais alvos da operação não serão divulgados.”

O inquérito apura suspeitas de que a organização social Iabas, contratada para fornecer o material necessário para o funcionamento de hospitais de campanha montados pelo governo estadual para atender pacientes infectados, fraudou documentos, superfaturou o valor dos insumos.

A ação teria a participação de agentes públicos, incluindo gestores da Secretaria Estadual de Saúde, responsáveis pelo processo de compra. Iniciadas no âmbito do Ministério Público Estadual, no Rio de Janeiro, as investigações foram enviadas à PGR, em Brasília, após a identificação de indícios da participação de pessoas com prerrogativa de foro junto ao STJ.

Fonte: oantagonista.com.br

PGR sobre esquema de Witzel: “peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa”

Deu prazo de até 3 semanas

Falou com jornalistas ao vivo.

O ministro Luís Roberto Barroso disse que deve pautar nas próximas semanas as ações que pedem a cassação dos mandatos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do vice, Hamilton Mourão (PRTB). Ação deve ser julgada em junho. Barroso é o novo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Em entrevista coletiva online à imprensa nesta 3ª feira (26.mai.2020), Barroso disse que a regra geral é seguir a ordem cronológica dos pedidos de liberação das ações pelos relatores. Também adiantou que se reunirá com os outros ministros da corte mais tarde.



A duas ações que correm no TSE foram apresentadas pelos então candidatos ao Planalto Guilherme Boulos (Psol) e Marina Silva (Rede).

Os processos dizem respeito a 1 grupo no Facebook criado com o nome “Mulheres unidas contra Bolsonaro” que depois de 1 ataque de rackers passou a se chamar “Mulheres com Bolsonaro #17”. O número era a sigla do PSL –então partido do presidente– nas urnas. O caso é relatado na Corte Eleitoral pelo ministro OG Fernandes.
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MANDATOS
O ministro disse que a possibilidade de prorrogação de mandatos enfrenta 1 problema constitucional, portanto não é uma solução para as eleições municipais marcadas para outubro deste ano. O calendário eleitoral sofre com a pandemia de covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus.


CRIATIVIDADE NAS ELEIÇÕES
Barroso disse que o TSE vai precisar ser “criativo e ousado” para fazer as eleições municipais. Disse que algumas ideias estão sendo consideradas como a votação em mais de 1 dia ou o aumento no horário do pleito.

FAKE NEWS
O ministro disse que o protagonista no combate às notícias falsas nas eleições municipais de 2020 precisarão ser as plataformas de redes sociais e agências de checagem. Para o ministro, o papel do TSE é meramente subsidiário no combate à desinformação.

Fonte: poder360.com.br



Barroso diz que deve pautar nas próximas semanas ação que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, ação é movida por Boulos (PSOL) e Marina Silva (REDE)

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