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Uma nota publicada hoje (30/04) no jornal O Globo, assinada pela jornalista Bela Megale, informa que o próximo relatório da Polícia Federal, a ser divulgado oficialmente dentro de algumas semanas, irá concluir mais uma vez que o criminoso Adélio Bispo de Oliveira, que tentou matar o então candidato Jair Bolsonaro em setembro de 2018, agiu sozinho e que não houve mandantes para o crime.

Bela Megale é a mesma jornalista que divulgou antecipadamente o conteúdo do que viria a ser a fala do ex-ministro Sérgio Moro no dia em que ele anunciou ao público sua saída do governo. O que indica obviamente que existe um canal privilegiado de acesso a informações por parte da Globo junto ao ex-juiz e junto à Polícia Federal.



A conclusão do relatório, de que o criminoso Adélio teria agido sozinho sem o envolvimento de terceiros, é inaceitável ante todas as evidências que envolvem o caso: treinamento em cursos de tiro de custo incompatível com a condição financeira de Adélio, disponibilidade de advogados caríssimos para sua sua defesa, além da logística na cidade de Juiz Fora (MG).
Além da inverossimilhança das conclusões, chama a atenção o fato de o conteúdo e um relatório de investigação criminal da Polícia Federal, ao qual nem o Presidente da República tem acesso, tenha vindo parar nas mãos da mesma jornalista que já sabia o que um ex-ministro de Estado iria dizer, literalmente, antes de anunciar sua saída do governo.


Entendemos que cabe ao Ministro da Justiça, André Mendonça, exigir do diretor interino da Polícia Federal, Disney Rosseti - que possui ligações sabidas com Alexandre de Morais, as explicações cabíveis sobre esse fato que é, de todo, tão inaceitável quanto as supostas conclusões do próprio relatório.

Fonte: criticanacional.com.br

O PRESIDENTE NÃO PODE: MAS GLOBO TEM ACESSO ANTECIPADO A RELATÓRIO DA POLÍCIA FEDERAL SOBRE CASO ADÉLIO

Bolsonaro participou de solenidade militar na capital do Rio Grande do Sul.

Uma multidão se reuniu no centro histórico de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para cumprimentar o presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (30).

Em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, Bolsonaro aparece acenando brevemente para os apoiadores. Assista o vídeo:


Mais cedo, Bolsonaro participou de solenidade de passagem do Comando Militar do Sul (CMS).

O vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e o do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, também acompanharam a cerimônia militar.

Fonte: renovamidia.com.br

Bolsonaro é recebido por multidão de apoiadores em Porto Alegre e comprova novamente grande popularidade

Aquisição feita pelo governador João Azevedo custou R$ 130.000 a mais por unidade que em Minas Gerais.

Governo da Paraíba adquire 105 respiradores mecânicos pelo valor unitário a R$189.500, TRÊS vezes mais caro que os adquiridos por Minas que custou R$ 59.000  cada.

Polêmica! O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) utilizou as redes sociais para denunciar o superfaturamento na aquisição de equipamentos respiradores pelo Governo do Estado da Paraíba.



João Azevedo o Governador  do Estado  teria adquiriu 105 respiradores mecânicos pulmonares para concluir a instalação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) destinadas aos pacientes diagnosticados com a Covid-19.

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A denúncia do deputado, a aquisição dos respiradores representou um investimento de R$ 19,9 milhões.

Para justificar o superfaturamento, Wallber Virgolino utilizou como parâmetro aquisição de respiradores realizada pelo Governo do Estado de Minas Gerais, que através da Secretaria Estadual de Saúde, comprou 747 respiradores pelo valor de R$ 59 mil reais cada, cada respirador comprado pela Paraíba custou R$ 189.523,81.



Dinheiro gasto daria pra comprar 337 respiradores mecânicos.

Confira a publicação:




Fonte: www.paraibaradioblog.com/

paraiba.pb.gov.br

Na Paraíba, governador crítico de Bolsonaro gasta o triplo que Zema por cada respirador

Atual equipe seguirá tocando investigações que miram aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, segundo Moro, provocam preocupação nele.

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que barrou a posse do novo diretor-geral, a Polícia Federal segue sob o comando interino da equipe do diretor-geral Maurício Valeixo, que o presidente Jair Bolsonaro queria demitir.

O número dois de Valeixo era o diretor-executivo Disney Rosseti , que agora passa a responder interinamente pelo comando da corporação. Fontes da PF avaliam que o impasse jurídico deve demorar para ser resolvido e isso vai prolongar a permanência de Rosseti.



O novo diretor-geral Alexandre Ramagem chegou a despachar na PF ontem e fez uma videoconferência com superintendentes estaduais. Segundo a colunista Bela Megale, ele tranquilizou os superintendentes de que não haveria mudanças bruscas e também fez gestos de conciliação com Valeixo, que também participou da reunião. 

Agora, sua situação fica indefinida, já que Ramagem já deixou o comando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), onde estava atuando antes de ser nomeado para comandar a PF.
A atual equipe montada por Valeixo também tem como diretor de investigação e combate ao crime organizado Igor Romário de Paula, que atuou na Lava-Jato pela PF de Curitiba e agora é um dos delegados responsáveis pelo inquérito das fake news, justamente uma das preocupações de Bolsonaro. 

Diante da instabilidade, o ministro do STF Alexandre de Moraes chegou a proferir decisão determinando que, independente de qualquer mudança, Igor Romário continue com o caso. Com a interinidade de Rosseti , Igor Romário segue em suas funções.

Isso significa que a equipe montada por Valeixo continuará tocando os inquéritos que preocupavam Bolsonaro , como o das fake news. Outras apurações também ficarão a cargo da PF , como o inquérito que apura as acusações feitas por Moro a Bolsonaro de interferências indevidas na Polícia Federal, o inquérito que apura a organização de atos antidemocráticos e também uma investigação por racismo contra o ministro da Educação Abraham Weintraub.



Em sua decisão, Moraes afirmou que havia desvio de finalidade na nomeação de Ramagem e entendeu que ela foi feita por Bolsonaro para satisfazer seus interesses pessoais em detrimento dos princípios da administração pública.

Ao anunciar seu pedido de demissão, Moro afirmou que Bolsonaro desejava fazer interferências políticas na PF, frear investigações contra aliados seus (como o inquérito das fake news) e obter informações de inteligência da corporação, atitudes que o ex-ministro considerou inaceitáveis.


Após intervenção política do STF, PF fica sob comando de Disney Rosseti o braço direito de Alexandre de Moraes do STF

O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a chefia da Polícia Federal nesta quarta-feira (29/4), atendendo a pedido feito em mandado de segurança do PT  e partidos de esquerda, Ramamgem é conhecido por ser linha dura e responsável pelas investigações que prenderam políticos poderosos corruptos do RJ, entre eles Picciani presidente da ALERJ.

Ele vislumbrou perigo na demora para tomar a decisão, considerando a possibilidade de danos irreparáveis já que a posse do novo diretor-geral estava agendada para esta quarta, às 15h.

"Em tese, apresenta-se viável a ocorrência de desvio de finalidade do ato presidencial de nomeação do Diretor da Polícia Federal, em inobservância aos princípios constitucionais da impessoalidade, da moralidade e do interesse público", afirmou.


Ao suspender a nomeação, Moraes levou em consideração a recente decisão do ministro Celso de Mello, que autorizou inquérito para investigar o ex-ministro da Justiça Sergio Moro e Jair Bolsonaro. Ao anunciar sua demissão do MJ, Moro fez uma série de declarações sobre a interferência política na PF.
Segundo Moraes, as alegações foram confirmadas no mesmo dia pelo próprio Presidente que, em entrevista coletiva, afirmou que "por não possuir informações da Polícia Federal, precisaria 'todo dia ter um relatório do que aconteceu, em especial nas últimas vinte e quatro horas'".

Moraes é o relator da ação impetrada pelo PDT na Corte. Na madrugada da terça-feira 28, o partido protocolou um mandado de segurança no STF questionando a nomeação feita pelo presidente Jair Bolsonaro, acusado pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro de querer interferir politicamente na PF. No pedido, o PDT alega “abuso de poder por desvio de finalidade” com a nomeação.

Tais acontecimentos, disse Moraes, devem ser olhados em conjunto com o fato de que "a Polícia Federal não é órgão de inteligência da Presidência da República".

Clique aqui para ler a decisão
MS 37.097
Fonte: conjur.com.br

Em ação do PDT partido de esquerda,Alexandre de Moraes, do STF, suspende nomeação de Ramagem delegado linha dura para Polícia Federal

Em gravação, deputada federal pelo PSL sugere colaboração com contas fakes para combater ataques contra ela. Interlocutor da conversa não é identificado.



Vazou na manhã desta terça-feira (28) um áudio em que, supostamente, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) pede a ajuda de um interlocutor desconhecido para a criação de perfis falsos nas redes sociais a fim de promover ataques a adversários políticos. O R7 Planalto obteve o áudio em primeira mão - ouça abaixo.
Na gravação, supostamente, a deputada diz: “Acabei de chegar em São Paulo, cheguei há pouco para algumas entrevistas, mas podia falar com a turma aí para fazer vários perfis e entrar de sola no Twitter especialmente, Instagram, porque eles estão botando todas as milícias lá e os robôs em cima de mim”.

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O áudio já havia sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro em conversa com apoiadores e a imprensa na segunda-feira (27). Na ocasião, Bolsonaro disse que o objetivo da CPMI das Fake News era apenas desgastá-lo.
“Se eu não tivesse um áudio, de uma deputada muito conhecida aí, de ela passando para uma pessoa e falando o seguinte: 'Cria mais uns perfis falsos aí para atacar fulano de tal'. Você acha que ia pegar mal para essa deputada? Essa deputada está muito ativa na CPMI. Ela está acusando os outros do que ela faz. E ela não é de esquerda, não. É de falsa direita. Essas questões... eu tô evitando há mais de um mês que esse áudio chegue a conhecimento público. Vai pegar mal para ela”, afirmou.



Em nota enviada à reportagem do R7, a deputada Joice Hasselmann reconheceu que o áudio é dela própria. Porém, enfatizou que, ao contrário de ter pedido a criação de perfis falsos, fake news ou robôs, solicitou aos apoiadores a criação de contas "para ajudar" a defendê-la "dos ataques da milícia digital que habita o governo". Joice disse ainda ser "piada" críticas a ela "por solicitar a criação de perfis verdadeiros e não fakes para me defender e não para atacar ninguém".
"A respeito do áudio atribuído a mim, é mais do que claro que não há qualquer fato ilegal ou imoral em seu conteúdo, não há nada que trate de criação de perfis falsos, fake news ou robôs. Ao contrário, o áudio mostra uma solicitação legítima para que meus apoiadores criem perfis para ajudar a me defender dos ataques da milícia digital que habita no governo. Além disso, solicitei sim a criação de perfis oficiais para esclarecer as fakes que me atacam. “EquipeJH”, “VerdadeJH” e mais alguns atrelados ao meu perfil oficial. É piada me criticarem por solicitar a criação de perfis verdadeiros e não fakes para me defender e não para atacar ninguém. Reafirmo que os habituais ameaças por parte dos bolsonaristas, virtuais e contra a minha vida, não me intimidarão, e usarei todos os meios legais para me defender e continuar meu trabalho, como parlamentar, de fiscalizar atos ilícitos do governo."

*Com a colaboração de Fabiola Perez, do R7
Fonte: r7.com

Ouça áudio vazado em que Joice Hasselmann pede criação de perfis falsos

A medida provisória que determinaria de forma anual o pagamento do 13º salário do Bolsa Família deixou de valer nesta quarta-feira (25) de março  depois que Maia resolveu retaliar  Bolsonaro em meio a Pandemia e assim não votando a MP que perdeu a validade, com isso Maia está prejudicando Milhões de Brasileiros afim de prejudicar o Governo Bolsonaro.

O pagamento do décimo-terceiro foi instituído pelo presidente Jair Bolsonaro, atendendo uma promessa de campanha, e o valor foi pago no final de 2019.


A medida provisória, porém, trouxe a previsão apenas para o pagamento naquele ano, quando 13,5 milhões de famílias estavam inscritas no programa.
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A especificação de pagamento anual foi incluída pelo relator do tema no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que determinava ainda a extensão a quem recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada).

O relatório foi aprovado no dia 3 de março pela Comissão Mista que analisou a MP, e seguiu para a Câmara. O texto precisaria ser aprovado pelo plenário das duas casas, mas não chegou nem sequer a ser votado na Câmara dos Deputados.



Apenas nesta semana, perdem a validade medidas provisórias que regulamentam a cobrança da dívida ativa e autorizam o Ministério do Meio Ambiente a contratar banco para gerir fundo de multas ambientais, entre outras. Em abril, vence a MP do Programa Verde Amarelo, uma das iniciativas do governo para estimular a contratação de jovens e que trouxe ainda mudanças trabalhistas.
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Fonte: r7.com

Em plena Pandemia Rodrigo Maia tira o 13° do Bolsa Família proposto por Bolsonaro

A análise do caso ocorreu no plenário virtual da Corte, uma ferramenta online que permite que os ministros julguem casos sem se reunir presencialmente, longe dos holofotes da TV Justiça.

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu derrubar uma lei que proibia o ensino de “ideologia de gênero” nas escolas municipais de Novo Gama, em Goiás. A análise do caso ocorreu ao longo de uma semana no plenário virtual, uma ferramenta online que permite que os ministros da Corte julguem casos sem se reunir presencialmente, longe dos holofotes da TV Justiça.

Todos os 11 integrantes do Supremo consideraram que a legislação goiana viola a Constituição. “O reconhecimento da identidade de gênero é, portanto, constitutivo da dignidade humana. O Estado, para garantir o gozo pleno dos direitos humanos, não pode vedar aos estudantes o acesso a conhecimento a respeito de seus direitos de personalidade e de identidade”, escreveu o ministro Edson Fachin, único ministro a divulgar publicamente a íntegra do seu voto até agora.


Na avaliação de Fachin, além de invadir a competência da União de tratar sobre o tema, a lei municipal violou outros preceitos da Constituição, como a laicidade do Estado, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas e a liberdade de aprendizado, ensino, pesquisa e divulgação do pensamento.

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“Impedir ao sujeito concreto o acesso ao conhecimento a respeito dos seus direitos de identidade e personalidade viola os preceitos fundamentais inscritos na Constituição, dentre eles, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas”, concluiu Fachin.
Discriminação. Em maio de 2017, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entrou com uma ação no STF para invalidar a lei de Novo Gama, sob a alegação de que a legislação local invadia as competências da União de tratar sobre o tema. A Constituição prevê que cabe à União definir diretrizes e bases da educação nacional.

Na avaliação de Janot, o termo “ideologia gênero” servia, na prática, como disfarce para vetar qualquer abordagem nas escolas sobre outras orientações sexuais.

“Ao proibir uso e veiculação de material didático que contenha ‘ideologia de gênero’, a lei tenta driblar a discriminação latente da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e a simples discussão sobre gênero e sexualidade, o que parece ser o seu principal intento”, alegou Janot ao entrar com a ação no STF.

Marco. O diretor executivo da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis, comemorou o placar unânime do julgamento. “Sempre confio na Suprema Corte, já tivemos várias vitórias lá e mais uma vez a Constituição foi consagrada como um marco civilizatório para o Brasil. A Educação liberta, não aprisiona ninguém”.

No ano passado, em um julgamento considerado histórico, o plenário do STF decidiu, por 8 a 3, enquadrar a homofobia e a transfobia como racismo. Dessa forma, os ministros do Supremo entenderam que a legislação sobre racismo, em vigor desde 1989 no País, também deve ser aplicada para quem praticar condutas discriminatórias homofóbicas e transfóbicas, sejam elas disparadas contra a homossexuais, transexuais ou contra heterossexuais que eventualmente sejam identificados pelo agressor como LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

O tribunal também fez ressalvas, no sentido de deixar claro que a repressão contra essas condutas não restringe o exercício de liberdade religiosa. Ou seja: fiéis, pastores e líderes religiosos têm assegurado o direito de pregar suas convicções, desde que essas manifestações não se convertam em discursos de ódio, incitando hostilidade ou a violência contra a comunidade LGBT.

Sangue. Na próxima sexta-feira, o Supremo retomará, também no plenário virtual, o julgamento sobre a doação de sangue por homens gays.

Os ministros se debruçam sobre portaria do Ministério da Saúde e resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelecem como ‘inaptos’ para doação de sangue pelo período de doze meses os homens que tenham feito relações sexuais com outros homens. O PSB moveu ação na Corte contra as medidas, alegando que elas causam tratamento discriminatório do parte do Poder Público em função de orientação sexual.

O caso está no STF desde 2016 – ano em que Janot apresentou parecer favorável para derrubar a proibição. Até o momento, quatro ministros já votaram para declarar as restrições inconstitucionais: Edson Fachin, relator do processo, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

Fonte: ESTADAO.com.br

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Presidente passou a cobrar saída do diretor-geral semanalmente em reuniões com o ministro da Justiça.

Com seis minutos de atraso, abatido e cabisbaixo, o então ainda ministro Sergio Moro entrou pelo acesso direito do Auditório Tancredo Neves do Palácio da Justiça para encerrar 478 dias de sua participação no governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contados a partir do ato de sua nomeação, em 2 de janeiro de 2019.

A cena contrasta com a euforia do dia 1º de novembro de 2018, quando o então juiz da Lava Jato desembarcou no condomínio de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, para largar 22 anos de magistratura —cinco deles à frente da maior investigação de corrupção do país— e aceitar emprestar seu nome e sua imagem ao governo recém-eleito. Virou ministro da Justiça.

A declaração de despedida, na última sexta-feira (24), durou 37 minutos e 55 segundos e foi seguida por uma salva de palmas de 44 segundos —mas não foi construída na véspera.

A decisão de sair do governo caso o presidente insistisse em interferir na Polícia Federal já estava tomada por Moro desde o fim de semana.

O ex-ministro da Justiça já havia avisado assessores e subordinados próximos, entre eles o próprio Maurício Valeixo, então diretor-geral da PF, que a interferência no órgão era uma linha intransponível e não aceitaria que o presidente a cruzasse.

No entanto, Moro já esperava que isso fosse acontecer.

Nas últimas semanas, em reação ao apoio do ex-juiz às medidas de isolamento social defendidas pelo então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Bolsonaro havia voltado a cobrar insistentemente a saída de Valeixo.

A cobrança se tornou assunto monotemático do presidente nas reuniões semanais entre ele e Moro às quintas-feiras no Palácio do Planalto.

O último encontro ocorreu às 9h de quinta (23), no gabinete da Presidência da República. Bolsonaro comunicou que trocaria Valeixo até o final da semana e avisou que definiria o substituto.
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Moro tentou indicar o nome do delegado Disney Rosseti, da Diretoria Executiva, cadeira número 2 na hierarquia da corporação. Bolsonaro rejeitou. A conversa durou menos de dez minutos e, ao final, Moro pediu demissão.

No caminho do Planalto para o Palácio da Justiça, onde comunicou aos auxiliares que estava fora do governo, o ministro avisou a esposa, a advogada Rosangela Moro, da decisão. Ela ficou em Curitiba na semana passada. De longe, tentou monitorar, dar forças e consolar o marido nas últimas horas no cargo.

Em texto publicado nas redes sociais da advogada (enviado pessoalmente ao ex-ministro por WhatsApp), Rosângela recorreu ao poema “Ausências”, de Vinícius de Moraes, para confortar Moro.

Os versos falam sobre o fim de um relacionamento. “Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces. Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto”, começa o poema.

Em outro trecho, Moraes diz: “Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados. Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada”.

O poema foi apagado das redes sociais de Rosângela logo após Moro fazer o pronunciamento em que anunciou os motivos da demissão. E foi justamente ao falar da família que o ministro embargou a voz uma única vez na saída do governo.

A última semana de Moro à frente do Ministério da Justiça foi marcada pelo autoisolamento. O ex-ministro viajou sozinho para Brasília. Nos últimos dias, andou mais calado e fechado do que de costume desde que entrou no governo.

Para alguns aliados, o comportamento dele nesses dias lembrou o do ex-juiz da Operação Lava Jato.

Um dos assessores que era da equipe da PF na época afirmou à Folha que Moro estava tão tenso quanto no dia da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em março de 2016.

Na terça-feira (21), já em Brasília, Moro foi informado de que Bolsonaro iria colocá-lo contra a parede sobre a mudança na PF. Ele voltou a avisar a equipe que, ocorrendo isso, estaria fora.

Nos dias seguintes, o ministro recorreu a aliados, amigos e assessores para avaliar os prós e contras de um pedido de demissão e os impactos a sua imagem.

Moro tinha a preocupação de não passar a mensagem errada e a impressão de que estava abandonando o barco em meio à pandemia do novo coronavírus.

O ex-ministro queria ainda passar um recado sobre o seu futuro, deixando em aberto que poderia voltar a trabalhar pelo Brasil. Moro é, a todo momento, lembrado como um possível presidenciável em 2022, apesar de sempre negar a intenção de ser candidato.

Antes mesmo de formalizar a saída, na quinta-feira, o ex-ministro foi sondado por governadores e também pela iniciativa privada. Moro disse a interlocutores que, por ora, só queria voltar para casa em Curitiba e descansar ouvindo Fagner, seu cantor favorito.

Na véspera da demissão, o ex-ministro orientou assessores próximos que copiassem arquivos pessoais em seus computadores e em seus celulares funcionais. E deixou o prédio por volta das 19h após receber ministros militares do governo que tentaram dissuadi-lo da decisão.

Moro passou a noite de quinta-feira sozinho em casa acompanhando o noticiário e trocando impressões com assessores por telefone. Ele também recebeu uma ligação de Maurício Valeixo confirmando que a sua exoneração sairia no dia seguinte.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

Decisão de Moro estava tomada antes de Bolsonaro comunicar troca no comando da PF


Luiz Henrique Mandetta vai participar do congresso virtual do MBL programado para este domingo.

O ex-ministro da Saúde vai participar de um painel de encerramento do evento com o deputado Kim Kataguiri.

Além de Mandetta, também participarão os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

Fonte: oantagonista.com

Mandetta e Witzel no congresso do MBL

Em entrevista ao UOL, o governador Wilson Witzel disse ser contra um eventual processo de impeachment de Jair Bolsonaro por supostos crimes de responsabilidade.

“O momento é difícil, mas, no meu entender, [um impeachment] seria prejudicial à nossa situação econômica. Já viu o preço do dólar? Está estourando. 

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As nossas atenções precisam estar centradas no controle da pandemia. Mas, se ele continuar negando a pandemia, interferindo no trabalho dos governadores… Se esses atos continuarem, posso mudar de opinião.”



O governador do Rio já mudou de opinião. Em fevereiro, Witzel afirmou que o impeachment é a “resposta jurídica” para a atitude do presidente de ter divulgado vídeos convocatórios para manifestações contra o Congresso e o STF que ocorreram no dia 15 de março.

Fonte: oantagonista.com

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